As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura. Na Pulsar, foram já editados Jean-Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos) e Antoine Compagnon (com Para que serve a Literatura?), Jean-Claude Pinson (com Para que serve a Poesia hoje?).
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sábado, agosto 20, 2011
domingo, maio 22, 2011
ILC: Pascal Quignard, Jean-Pierre Sarrazac, Antoine Compagnon
As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura. Na Pulsar, foram já editados Jean-Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos) e Antoine Compagnon (com Para que serve a Literatura?).
sábado, abril 23, 2011
23 de Abril: Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor
Ler, ler, ler, ler...
"A literatura, enquanto instrumento de justiça e de tolerância, e a leitura, enquanto experiência da autonomia, contribuem para a liberdade e para a responsabilidade do indivíduo."
Antoine Compagnon, in "Para que serve a literatura?"
quarta-feira, março 16, 2011
Para que serve a Literatura?, Antoine Compagnon [trad. José Domingues de Almeida]
Antoine Compagnon, autor de La Seconde Main Ou Le Travail De La Citation, Le Demon De La Theorie: Litterature Et Sens Commun e Les Cinq Paradoxes De La Modernité, apenas para referir os mais conhecidos, conhece agora uma tradução portuguesa, resultante de uma parceria da Deriva Editores com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto.
O livro em causa é Aula Inaugural no Collège de France - La Littérature, Pour Quoi Faire ? - Para que serve a Literatura?, com tradução de José Domingues de Almeida ). Um ensaio essencial que problematiza o espaço e o valor da literatura hoje.
As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura.
Na Pulsar, foram já editados Jean‑Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos).Na Cassiopeia, que já acolheu um inédito de Pedro Eiras, intitulado Tentações: Ensaio sobre Sade e Raul Brandão, teremos brevemente um ensaio sobre Kafka: Kafka, um Livro sempre Aberto, de Teresa Martins de Oliveira e Gonçalo Vilas-Boas.
segunda-feira, março 07, 2011
Para que serve a literatura?, de Antoine Compagnon [trad. José Domingues de Almeida ]
Nascido em 1950, Antoine Compagnon ensinou na Sorbonne e na Universidade Columbia de Nova Iorque. É, desde 2006, Professor Catedrático de Literatura Francesa Moderna e Contemporânea: história, crítica, teoria no Collège de France. É nomeadamente o autor de La Troisième République des Lettres (1983), Les cinq Paradoxes de la Modernité (1990) e Les Antimodernes, de Joseph de Maistre à Roland Barthes (2005).Ao lado da questão teórica ou histórica tradicional: «O que é a literatura?», coloca-se hoje com maior premência uma questão crítica e política: «O que pode a literatura?», que valor a sociedade e a cultura contemporâneas atribuem à literatura? Que utilidade? Que papel? «A minha confiança no futuro da literatura, declarava Italo Calvino, assenta na certeza de que há coisas que só a literatura nos pode dar». Será este ainda o nosso credo? [Mais aqui]
Outras obras da colecção Pulsar:
quarta-feira, outubro 20, 2010
Para que serve a literatura?, Antoine Compagnon
Para que serve a literatura?, Antoine Compagnon
"A alternância entre a filologia e a poética foi, pois, durante muito tempo a regra. Acusava-se a história literária de não passar de uma sociologia da instituição indiferente ao valor da obra e ao génio da criação: «A biografia, as moralidades, as influências, […] são os meios de dissimulação dados à crítica para encobrir a sua ignorância da finalidade e do assunto», reprovava Valéry. Acusava-se o formalismo de restringir o texto a um jogo abstracto e autónomo, a uma «solução anónima ou geométrica das probabilidades da linguagem», como o haveria de enunciar aqui mesmo Georges Blin. Pois coube a este conciliar o melhor de ambas as tradições. Com ele, o estudo literário ambicionou juntar-se ao «conhecimento disciplinar das obras na comunidade de uma época e com o privilégio de um destino», segundo a definição ecuménica que dele deu na lição inaugural da cátedra de «Literatura francesa moderna» em 1966."
in Para que serve a literatura?, Antoine Compagnon, (trad. José Domingues de Almeida)
segunda-feira, setembro 20, 2010
Para que serve a literatura?, Antoine Compagnon [trad. José Domingues de Almeida]
Para que serve a literatura?, Antoine Compagnon [trad. José Domingues de Almeida]
Ao lado da questão teórica ou histórica tradicional: «O que é a literatura?», coloca-se hoje com maior premência uma questão crítica e política: «O que pode a literatura?», que valor a sociedade e a cultura contemporâneas atribuem à literatura? Que utilidade? Que papel? «A minha confiança no futuro da literatura, declarava Italo Calvino, assenta na certeza de que há coisas que só a literatura nos pode dar». Será este ainda o nosso credo?
Nascido em 1950, Antoine Compagnon ensinou na Sorbonne e na Universidade Columbia de Nova Iorque. É, desde 2006, Professor Catedrático de Literatura Francesa Moderna e Contemporânea: história, crítica, teoria no Collège de France. É nomeadamente o autor de La Troisième République des Lettres (1983), Les cinq Paradoxes de la Modernité (1990) e Les Antimodernes, de Joseph de Maistre à Roland Barthes (2005).
As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura.
Na Pulsar, foram já editados Jean‑Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos).
Na Cassiopeia, que já acolheu um inédito de Pedro Eiras, intitulado Tentações: Ensaio sobre Sade e Raul Brandão, teremos brevemente um ensaio sobre Kafka: Kafka, um Livro sempre Aberto, de Teresa Martins de Oliveira e Gonçalo Vilas-Boas.
quinta-feira, setembro 09, 2010
Para que serve a Literatura? de Antoine Compagnon, traduzido por José Domingues de Almeida
Excerto de Para que serve a Literatura? de Antoine Compagnon,
traduzido por José Domingues de Almeida
Lemos porque, mesmo se ler não é imprescindível para se viver, a vida se torna mais livre, mais clara, mais vasta para aqueles que lêem do que para aqueles que não lêem. Para já, num sentido muito simples: a vida torna-se mais fácil – pensava nisso ultimamente na China – para aqueles que sabem ler, não só as informações, as instruções, as receitas médicas, os jornais e os boletins de voto, mas também a literatura. Depois, foi-se supondo durante muito tempo que a cultura tornava as pessoas melhores, e que proporcionava uma vida melhor. Francis Bacon disse tudo: «A leitura torna um homem completo, a conversação torna um homem desenvolto, e a escrita torna um homem preciso. É por isso que, se um homem escreve pouco, necessita de uma boa memória; se conversa pouco, necessita de um espírito vivo; e se lê pouco, necessita de muita astúcia, para parecer saber o que não sabe». Segundo Bacon, próximo de Montaigne, a leitura evita-nos ter de recorrer ao fingimento, à hipocrisia e à astúcia; ela torna-nos, pois, mais sinceros e verdadeiros, ou simplesmente melhores.
As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura.
quarta-feira, setembro 08, 2010
Para que serve a Literatura?, Antoine Compagnon
Para que serve a Literatura? [La Littérature, Pour Quoi Faire ?]
Um ensaio essencial que problematiza o espaço e o valor da literatura hoje, de Antoine Compagnon (traduzido por José Domingues de Almeida).
Antoine Compagnon, autor de La Seconde Main Ou Le Travail De La Citation, Le Demon De La Theorie: Litterature Et Sens Commun e Les Cinq Paradoxes De La Modernité, apenas para referir os mais conhecidos, conhece agora uma tradução portuguesa, resultante de uma parceria da Deriva Editores com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto.
As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura.
Na Pulsar, foram já editados Jean‑Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos). Na Cassiopeia, que já acolheu um inédito de Pedro Eiras, intitulado Tentações: Ensaio sobre Sade e Raul Brandão, teremos brevemente um ensaio sobre Kafka: Kafka, um Livro sempre Aberto, de Teresa Martins de Oliveira e Gonçalo Vilas-Boas.
quarta-feira, agosto 25, 2010
Para que serve a Literatura?, Antoine Compagnon [trad. José Domingues de Almeida]
Antoine Compagnon, autor de La Seconde Main Ou Le Travail De La Citation, Le Demon De La Theorie: Litterature Et Sens Commun e Les Cinq Paradoxes De La Modernité, apenas para referir os mais conhecidos, conhece agora uma tradução portuguesa, resultante de uma parceria da Deriva Editores com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto.
O livro em causa é Aula Inaugural no Collège de France - La Littérature, Pour Quoi Faire ? - Para que serve a Literatura?, com tradução de José Domingues de Almeida ). Um ensaio essencial que problematiza o espaço e o valor da literatura hoje.
As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura.
Na Pulsar, foram já editados Jean‑Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos).
Na Cassiopeia, que já acolheu um inédito de Pedro Eiras, intitulado Tentações: Ensaio sobre Sade e Raul Brandão, teremos brevemente um ensaio sobre Kafka: Kafka, um Livro sempre Aberto, de Teresa Martins de Oliveira e Gonçalo Vilas-Boas.
Na Pulsar, foram já editados Jean‑Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos).
Na Cassiopeia, que já acolheu um inédito de Pedro Eiras, intitulado Tentações: Ensaio sobre Sade e Raul Brandão, teremos brevemente um ensaio sobre Kafka: Kafka, um Livro sempre Aberto, de Teresa Martins de Oliveira e Gonçalo Vilas-Boas.
terça-feira, agosto 24, 2010
Antoine Compagnon: Para que Serve a Literatura? [col. PULSAR]
(imagem daqui)
A propósito do lançamento de Para que Serve a Literatura?, de Antoine Compagnon, na colecção PULSAR, fruto de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Faculdade de Letras do Porto, onde foram já editados Jean ‑Pierre Sarrazac (com A Invenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard (com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos), não resistimos a partilhar um excerto de um texto Rosa Maria Martelo que pode ser lido na íntegra aqui.
É certo que a literatura “pode” muita coisa: pode proporcionar um contacto único com a complexidade do discurso; pode associar discurso e emoção estética; pode promover o conhecimento do outro no tempo e no espaço; pode facultar ao leitor um auto-conhecimento. E é certo que o que chamamos “literatura” é um conjunto de práticas discursivas de tal modo heterogéneo e diversificado que seria possível desenvolver aqui listagens imensas e cheias de especificidades, distinguindo o papel da poesia do da narrativa, distinguindo a função da literatura mais culturalista e de circulação restrita daquela que obtém largos sucessos de mercado, distinguindo a literatura para a infância e a juventudecomo uma área de criação específica, etc. Mas, hoje, talvez o mais importante seja transmitir aos estudantes de literatura, e de poesia em particular, que o seu trabalho incide sobre tipos de discurso que são extremamente abertos ao diálogo com outras artes, com outros discursos, com outras práticas culturais. Se no século XIX emerge, fortíssima, a relação entre Literatura e Nação, hoje o que sobressai é o modo como a Literatura põe em relação identidade linguística, cultural e social com a experiência intercultural que caracteriza o mundo em vivemos. Não há como recusar o breve diagnóstico de Antoine Compagnon, quando descreve o lugar da literatura na sociedade actual:
(...) le lieu de la littérature s’est amenuisé dans notre société depuis une génération:à l’école, où les textes documentaires mordent sur elle, ou même l’on dévorée;dans la presse, où les pages littéraires s’étiolent et qui traverse elle-même une crise peut-être funeste; durant les loisirs, où l’accélération numérique morcelle le temps disponible pour les livres. Si bien que la transition n’est plus assurée entre la lecture enfantine (...) et la lecture adolescente, jugée ennuyeuse parce qu’elle requiert de longs moments de solitude immobile.
Se pensarmos na exiguidade das actuais tiragens de livros de poesia, na sua reduzida visibilidade nas páginas da imprensa, onde facilmente “perde” diante das artes que exploram a imagem visual, se pensarmos na reputação de “difícil” que lhe atribuem os estudantes, no lugar geralmente periférico que os livros de poesia ocupam nas livrarias, esse diagnóstico não pode senão agravar-se.
quinta-feira, agosto 05, 2010
Pulsar e Cassiopeia [Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto]

As colecções Pulsar e Cassiopeia, resultantes de uma parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa,da Faculdade de Letras do Porto, dão a conhecer estudos muito relevantes no âmbito da Teoria da Literatura.
Na Pulsar, foram já editados Jean ‑Pierre Sarrazac (com AInvenção da Teatralidade seguido de Brecht em Processo e O Jogo dos Possíveis), Pascal Quignard(com Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos). Muito em breve chegará, às livrarias, a Aula Inaugural no Collège de France de Antoine Compagnon( Para que serve a Literatura? ). Um ensaio essencial que problematiza o espaço e o valor da literatura hoje.
Na Cassiopeia, que já acolheu um inédito de Pedro Eiras, intitulado Tentações: Ensaio sobre Sade e Raul Brandão,teremos brevemente um ensaio de Gonçalo Vilas-Boas sobre Kafka.
segunda-feira, novembro 02, 2009
Deriva e ILC: a Colecção Pulsar e Cassiopeia
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Pedro Eiras
quinta-feira, outubro 22, 2009
Os próximos autores da Deriva
Antes de pormenorizar em outro post: vamos ter livros de Antoine Compagnon, Pascal Quignard, Pedro Eiras, Noam Chomsky, Santiago López-Petit, João Pedro Mésseder, Jean-Pierre Sarrazac e Paulo Kellerman. Esperem pelas notícias.
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