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segunda-feira, maio 20, 2024
II Feira de Livros de Arte. Centro de Artes Visuais, Coimbra
segunda-feira, dezembro 31, 2012
Em 2013 poderá adquirir alguns títulos da coleção de ficção da Deriva
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| Os últimos livros da coleção de ficção da Deriva têm nomes como Xavier Queipo, Pedro Teixeira Neves, João Paulo Sousa, Paulo Kellerman e Anjel Rekalde. |
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terça-feira, junho 22, 2010
«Asclépio, o Caçador de Eclipses», Pedro Teixeira Neves
Pedro Teixeira Neves, que escreveu O Sorriso de Mona Lisa, seguido de Quatro Contos de Fronteira, na Deriva, faz parte do restrito lote de autores que constam de um manual da Porto Editora.
O conto de Pedro Teixeira Neves intitula-se «Asclépio, o Caçador de Eclipses».
sexta-feira, abril 16, 2010
Pedro Teixeira Neves escreve sobre Chega de Fado na TicketLine Magazine
No último número da TcketLine Magazine, revista de grande tiragem e divulgação, e na sua página de Livros, Pedro Teixeira Neves escreve sobre Chega de Fado de Paulo Kellerman referindo-se-lhe como um dos maiores contistas da nova geração de escritores portugueses. Um nota importante de um crítico (PnetLiteratura), também ele, contista e escritor.
segunda-feira, março 01, 2010
Acorrentados - 5, de Pedro Teixeira Neves, no PnetLiteratura
Quatro da manhã. Lá em baixo ainda anda gente... (cantaria o Sérgio Godinho) São os resistentes das Correntes. É a última noite, a já famosa noite de sábado. Aurelino vai a casa buscar a guitarra. Falta-lhe um espanhol para o quadro ficar completo, assim à Picasso. Venha um argentino, e tenha-se o Pablo Ramos, venha uma outra porteña, e tenha-se Cristina Norton. E tenham-se canções e poemas e tangos. Mesmo que ele seja Peronista, mesmo que ela seja anti-Peronista. A música a uni-los, intervalada com as canções portuguesas nas vozes insuspeitas de Manuel Alberto Valente, Onésimo ou até Milton Fornaro. Maria Teresa Horta cerra os olhos, deixa-se ir. Manuel da Silva Ramos pede uma outra canção; milonga? Tiago Gomes vai distribuindo a Bíblia entre o bar e a ampla sala de estar do hotel. João Paulo Sousa liberta-se um pouco de si mesmo, mais uns dias e talvez se revelasse. Kellerman diz adeus, mais tarde Onésimo, de partida para os Estados Unidos, para poucos dias depois voltar à Europa. É certamente o campeão das milhas. Aviões, fala-se por ali. Os escritores não gostam. Para voar preferem as palavras. Ou as rajadas de vento da Póvoa. As mesmas que me retiveram aqui. De aviões, lembrara-se durante o almoço a incrível e maravilhosa história de Ivo Machado enquanto jovem controlador de voo no aeroporto de Santa Maria há quase 25 anos. A estória do piloto a quem leu Sophia, Walt Whitman, o clássico «Leaves of Grass». E o piloto? Conseguiu? Sim, amarou. E os canadianos, foram buscá-lo? Não, uma peça do painel matou-o. Ivo de baixa, três meses. Depois ele, salvo pela notícia de uma revista norte-americana que falava de um controlador português de voo cuja poesia salvara a alma de um piloto norte-americano a caminho da Califórnia, sabendo ter apenas uma hora de voo antes de cair no mar. E uma pergunta, a ficar-me à babugem da tentação de contar a história com mais detalhes. - Há tubarões, nestas águas? A história é muito mais bonita, mas há que preservá-la oralmente. De regresso ao hotel. Quatro e dez da manhã. O mar ainda e sempre aqui ao lado (sempre tão grande, maré alta ou baixa). A Manuela não resiste às emoções de nos ver partir. Chora. E não vejo porque dizê-lo seja um problema. Para o ano há mais.Pedro Teixeira Neves in Acorrentados-5, Pnetliteratura
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
1º dia de Correntes d'Escritas. Encontro com Paulo Kellerman e Pedro Teixeira Neves. João Paulo Sousa no sábado

Foi o primeiríssimo dia das Correntes. Encontrei-me logo de manhã com a Manuela Ribeiro, com a simpatia de sempre. Ao lado de Paulo Kellerman, Manuel da Silva Ramos e Inês Pedrosa com quem vai partilhar a mesa de amanhã, quinta, dia 25, às 17:30h, com o tema «O Esforço Inédito das Palavras», com eles estarão igualmente J.J. Armas Marcelo, Luís Naves e Pablo Ramos. Mas antes, às 12:30, será apresentado às Correntes o último livro do Paulo, editado pela Deriva Chega de Fado. Pedro Teixeira Neves, com quem falámos com grande simpatia, co-apresentará com o Paulo o seu Histórias do Barco da Velha publicado pela Trinta Por Uma Linha.
No sábado, pelas 10:30, João Paulo Sousa dividirá a mesa «Duvido, portanto penso» com Lourenço Pereira Coutinho, Paulo Moreiras, Pedro Pinto, Vítor Burity da Silva e José Mário Silva.
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quarta-feira, dezembro 09, 2009
O balanço da década, por Eduardo Pitta, na última Ler
Já aqui dissemos que a nova Ler está melhor. A última Ler, a nº 86, tem vários motivos de interesse, embora nos tenha tocado muito particularmente o balanço que Eduardo Pitta faz da década que está a passar (já, dez anos?).
A Deriva vai fazer oito anos e tal como não discutimos o balanço de Eduardo Pitta, também não terá muito sentido pôr em causa o nosso caminho que foi traçado com escolhas pessoais evidentes. O que nos moveu foi sempre a qualidade literária e a relevância da obra do autor que se nos dirigia ou que procuravamos. Fizemos grandes amizades que hoje perduram, sólidas. Houve outros que preferiram correr caminhos diferentes e que se afastaram de nós. Neste deve e haver de quase uma década, por vezes sossobra o entusiasmo inicial perante tantas dificuldades: a distribuição, as vendas, a promoção que falha, a crítica que não diz tão bem quanto gostaríamos, a gralha que arrelia naquele livro; mas o nosso balanço é muito positivo, porque temos amigos, porque há quem acredite no nosso projecto, porque continua connosco mesmo com muitos escolhos pelo caminho. Nós acreditamos na Deriva, porque há leitores que acreditam em nós. Cada vez mais, aliás, o que muito nos satisfaz. Mas muito melhor que tudo são as palavras de alguém que, no momento certo, sabe dizê-las com limpidez e rigor. Estamos a falar de uma simples referência à Deriva neste mesmo balanço da década que nos faz Eduardo Pitta na Ler. Foi bom, como bom foi ter lido a referência a O Mundo Sólido e a João Paulo Sousa e a Apócrifo de José Ricado Nunes, assim como a Pedro Teixeira Neves.
Provavelmente Eduardo Pitta nunca vai entender estas palavras. Mas hoje apeteceu-me dizê-las para todos.
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terça-feira, janeiro 13, 2009
Pedro Eiras e Pedro Teixeira Neves juntam-se a Filipa Leal e Xavier Queipo nas Correntes d'Escritas



Será mais uma dica para confirmação: Pedro Eiras e Pedro Teixeira Neves juntar-se-ão, nas Correntes d'Escritas, a Filipa Leal e Xavier Queipo, autores que a Deriva editou. Relembrando:
Pedro Eiras - «Arrastar Tinta», com Nuno Barros e Coordenação de «Jovens Ensaístas Lêem Jovens Poetas»
Filipa Leal - «A Cidade Líquida e Outras Texturas», «O Problema de Ser Norte» e irá apresentar «A Inexistência de Eva».
Pedro Teixeira Neves - «O Sorriso de Mona Lisa»
Xavier Queipo - «Bebendo o Mar», «Os Ciclos do Bambu» e apresentará «Dragona».
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segunda-feira, março 03, 2008
Pedro Teixeira Neves, na Bulhosa de Entrecampos, sexta, 7 de Março, 18:00. Com Maria Teresa Horta

Apresentação de O Sorriso de Mona Lisa de Pedro Teixeira Neves
Com Maria Teresa Horta
Bulhosa do Campo Grande, sexta, 7 de Março, 18:00
terça-feira, fevereiro 19, 2008
O Sorriso de Mona Lisa, seguido de Quatro Contos de Fronteira, de Pedro Teixeira Neves
Capa de Gémeo LuísO Sorriso de Mona Lisa
Nada aconteceu de um dia para o outro, do dia para a noite, como se costuma dizer. Foi antes um processo longo e demorado, quase imperceptível, invisível a olho nu, tal como o movimento dos ponteiros de um relógio. Tentamos vê-los moverem-se e é impossível, o nosso olhar simplesmente não consegue captar aquele «parado movimento», se é que assim se podem pôr as coisas. Pois foi precisamente desse modo que as coisas se passaram neste caso. E curiosamente, quem deu o alarme, nem foi sequer um especialista, mas antes um anónimo e cinzento guarda museológico, um simples funcionário.
Havia poucos meses que o país inteiro se encontrava extasiado ante a descoberta revelada pelos conservadores do Louvre. Por mero acaso, numas obras forçadas por via de infiltrações, numa das muitas e recônditas salas de reservas e fundos da instituição, um dos conservadores, ao espreitar para dentro de um velho sarcófago, tinha dado de caras com uma estátua! O tratar-se de uma estátua, por si só, já seria estranho, pois nunca se soubera de estátua alguma guardada num sarcófago. Mais estranho ainda era tratar-se de uma estátua grega, ainda se fosse egípcia... Retirada a estátua e levada para uma sala de restauro, de imediato especialistas em arte grega reputaram a descoberta como «magnífica», «única» e «milagrosa». «Milagrosa» por duas razões, pela sua beleza extrema, mas também por via do seu notável estado de conservação. «Magnífica» e «única» porque... bem, quanto ao porque já lá iremos.
Interessa reportar, de momento, que logo, logo a estátua foi limpa e preparada para ser mostrada ao público. Ninguém duvidava de que passaria a ser mais uma «jóia da coroa» do museu. E assim sucedeu, ultrapassando-se mesmo as melhores e mais optimistas expectativas. Em questão de dias, tendo conhecimento da descoberta, milhares e milhares de pessoas, amantes de arte, especialistas ou tão-só ignaros turistas em trânsito, acotovelaram-se em filas intermináveis para com os seus próprios olhos, se pudessem com as próprias mãos, poderem ver de perto aquela «nova» maravilha de arte que, não se duvidasse, passaria doravante a constar em todos e quaisquer manuais, guias de arte, dicionários ou enciclopédias sobre arte ocidental. Do mesmo modo, também nas escolas de arte, a estátua passou a ser uma das obras mais estudadas e aquela que maior número de alunas havia escolhido para dissertação de tese final de curso.
Pelo porte, musculado e avantajado, sabia-se que tinha sido um guerreiro. Era um nu sublime, único e singular, fascinante e esplendoroso no modo como, de uma forma exuberante e ao mesmo tempo natural, exibia a intimidade da personagem representada. Olhos redondos, bem definidos, lábios grossos, nariz à grega, testa alta e larga soçobrando-lhe caracóis fartos, todo ele, dos cabelos à planta dos pés, exibia, apesar da força que emanava e encerrava, uma graciosidade que não era senão a tradução divina de uma graça em forma de corpo. A meio caminho, a flor, a divina protuberância masculina revelando-se em todo o seu fulgor e ânimo. Em tudo semelhava um atleta olímpico da actualidade e, em matéria genital, ninguém duvidava, um Deus! Era um grego, está de ver.
Detalhes e rigores técnicos de execução aparte, a beleza das proporções, a maravilha das linhas, o suave da cor da pedra, a luminosidade radiante que do todo se desprendia, a verdade é que o seu apelo maior, e logo motivo maior e bem patente do seu êxito de público, residia naquele concreto e desmesurado instrumento. «Realidade ou ficção da mão que o esculpira, ninguém o sabia precisar, já que subsistiam dúvidas sobre a sua autoria», explicava a um bando de japonesas uma guia solícita e despachada, repetindo as suas explicações e comentários em pelo menos quatro línguas.
Sem qualquer ponta de pudor, no que, bem vistas as coisas, se revelava a liberdade de que desfrutara o seu autor, o «belo grego», como já era conhecido nos meios artísticos, exibia-se naquele museu havia apenas seis meses, desde que fora encontrado numas ruínas nos arredores de Roma. Era um belíssimo exemplar da escultura helenista clássica e nunca, até então, fora encontrado um outro seu similar em tão bom estado de conservação. Para mais, tratava-se de um dos poucos exemplares escultóricos do chamado conceito de contrapposto – posição na qual a escultura apoia totalmente numa perna, deixando a outra livre, facto que oferece à obra um grande dinamismo. Policleto, Miron, Praxíteles e Fídias foram seus grandes representantes, tal como Lisipo, que, nas suas tentativas de plasmar as verdadeiras feições do rosto, conseguiu acrescentar uma inovação a esta arte, criando os primeiros retratos. O «belo grego» teve, por conseguinte, e até porque ainda ninguém percebera como uma estátua daquelas fora ali parar (para mais, a um sarcófago!), honras de exposição na mais afamada sala do museu, naturalmente junto de «Mona Lisa», também conhecida como Gioconda. Para sermos mais exactos, a estátua foi colocada mesmo em frente a Gioconda.
Havia poucos meses que o país inteiro se encontrava extasiado ante a descoberta revelada pelos conservadores do Louvre. Por mero acaso, numas obras forçadas por via de infiltrações, numa das muitas e recônditas salas de reservas e fundos da instituição, um dos conservadores, ao espreitar para dentro de um velho sarcófago, tinha dado de caras com uma estátua! O tratar-se de uma estátua, por si só, já seria estranho, pois nunca se soubera de estátua alguma guardada num sarcófago. Mais estranho ainda era tratar-se de uma estátua grega, ainda se fosse egípcia... Retirada a estátua e levada para uma sala de restauro, de imediato especialistas em arte grega reputaram a descoberta como «magnífica», «única» e «milagrosa». «Milagrosa» por duas razões, pela sua beleza extrema, mas também por via do seu notável estado de conservação. «Magnífica» e «única» porque... bem, quanto ao porque já lá iremos.
Interessa reportar, de momento, que logo, logo a estátua foi limpa e preparada para ser mostrada ao público. Ninguém duvidava de que passaria a ser mais uma «jóia da coroa» do museu. E assim sucedeu, ultrapassando-se mesmo as melhores e mais optimistas expectativas. Em questão de dias, tendo conhecimento da descoberta, milhares e milhares de pessoas, amantes de arte, especialistas ou tão-só ignaros turistas em trânsito, acotovelaram-se em filas intermináveis para com os seus próprios olhos, se pudessem com as próprias mãos, poderem ver de perto aquela «nova» maravilha de arte que, não se duvidasse, passaria doravante a constar em todos e quaisquer manuais, guias de arte, dicionários ou enciclopédias sobre arte ocidental. Do mesmo modo, também nas escolas de arte, a estátua passou a ser uma das obras mais estudadas e aquela que maior número de alunas havia escolhido para dissertação de tese final de curso.
Pelo porte, musculado e avantajado, sabia-se que tinha sido um guerreiro. Era um nu sublime, único e singular, fascinante e esplendoroso no modo como, de uma forma exuberante e ao mesmo tempo natural, exibia a intimidade da personagem representada. Olhos redondos, bem definidos, lábios grossos, nariz à grega, testa alta e larga soçobrando-lhe caracóis fartos, todo ele, dos cabelos à planta dos pés, exibia, apesar da força que emanava e encerrava, uma graciosidade que não era senão a tradução divina de uma graça em forma de corpo. A meio caminho, a flor, a divina protuberância masculina revelando-se em todo o seu fulgor e ânimo. Em tudo semelhava um atleta olímpico da actualidade e, em matéria genital, ninguém duvidava, um Deus! Era um grego, está de ver.
Detalhes e rigores técnicos de execução aparte, a beleza das proporções, a maravilha das linhas, o suave da cor da pedra, a luminosidade radiante que do todo se desprendia, a verdade é que o seu apelo maior, e logo motivo maior e bem patente do seu êxito de público, residia naquele concreto e desmesurado instrumento. «Realidade ou ficção da mão que o esculpira, ninguém o sabia precisar, já que subsistiam dúvidas sobre a sua autoria», explicava a um bando de japonesas uma guia solícita e despachada, repetindo as suas explicações e comentários em pelo menos quatro línguas.
Sem qualquer ponta de pudor, no que, bem vistas as coisas, se revelava a liberdade de que desfrutara o seu autor, o «belo grego», como já era conhecido nos meios artísticos, exibia-se naquele museu havia apenas seis meses, desde que fora encontrado numas ruínas nos arredores de Roma. Era um belíssimo exemplar da escultura helenista clássica e nunca, até então, fora encontrado um outro seu similar em tão bom estado de conservação. Para mais, tratava-se de um dos poucos exemplares escultóricos do chamado conceito de contrapposto – posição na qual a escultura apoia totalmente numa perna, deixando a outra livre, facto que oferece à obra um grande dinamismo. Policleto, Miron, Praxíteles e Fídias foram seus grandes representantes, tal como Lisipo, que, nas suas tentativas de plasmar as verdadeiras feições do rosto, conseguiu acrescentar uma inovação a esta arte, criando os primeiros retratos. O «belo grego» teve, por conseguinte, e até porque ainda ninguém percebera como uma estátua daquelas fora ali parar (para mais, a um sarcófago!), honras de exposição na mais afamada sala do museu, naturalmente junto de «Mona Lisa», também conhecida como Gioconda. Para sermos mais exactos, a estátua foi colocada mesmo em frente a Gioconda.
(...)
de O Sorriso de Mona Lisa, excerto do conto do mesmo nome. Deriva, 2008, 125pp. 14 euros
Filipa Leal e Pedro Teixeira Neves nas Correntes d'Escritas 2008


Capa de Gémeo Luís / Pedro Teixeira Neves
Pedro Teixeira Neves que escreveu O Sorriso de Mona Lisa, seguido de Quatro Contos de Fronteira, na Deriva, esteve nas Correntes d' Escritas, na Póvoa de Varzim, no dia 15 de Fevereiro, numa mesa moderada por Michael Klegger e constituída por valter hugo mãe, Eduardo Halfon, Ignacio del Valle e João Paulo Cuenca. O tema foi «A Literatura rasga a Realidade?». Na noite de quinta-feira fez-se o lançamento do livro. A intervenção do Pedro foi extremamente objectiva. Uma resposta muito concreta à questão formulada pela organização das Correntes e cujo Sorriso de Mona Lisa responde cabalmente. Basta ler.

Filipa Leal por Mafalda Capela
Filipa Leal, esteve na sexta-feira, dia 16, na mesa «Poesia: a bem dita e a mal dita» com Janet Nuñez, Jorge Sousa Braga, Ondjaki e Teresa Rita Lopes. Também a Filipa vai, muito em breve, lançar o seu próximo livro de poesia na Deriva com o título O Problema de Ser Norte. De uma grande clareza a intervenção de Filipa Leal.
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