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domingo, março 02, 2014

terça-feira, outubro 29, 2013

Ler Que se Lixe a Troika, de João Camargo. 2ª edição

2ª edição

João Camargo na última manifestação do QSLT, Lisboa, 26 de Outubro de 2013
Foto Paulete Matos

Um livro com em excelente levantamento das principais manifestações dos últimos três anos em Portugal e que marcam indelevelmente a política portuguesa. A contestação ao sistema partidário actual, de modo a aprofundar a democracia, é uma constante do livro de João Camargo, assim como o levantamento das principais causas da chamada «crise» austeritária que nos (des)governa. Fundamental ler. Já na 2ª edição.

segunda-feira, agosto 26, 2013

Que se Lixe a Troika!, de João Camargo. 2ª edição


Chegou à 2ª edição Que Se Lixe a Troika!, de João Camargo. É possível que haja alguns atrasos de reposição devido ao mês de Agosto que é, ainda, um mês de férias. No entanto, logo que possível, este livro de denúncia e de argumentos sólidos sobre a chamada «crise do subprime» vai estar novamente nos escaparates. Escusado será dizer que, escrito em forma de dicionário da crise, explica pormenorizadamente quem e o porquê de nos estarem a colocar a vida em frangalhos.

terça-feira, julho 23, 2013

Ontem, FNAC do Norteshopping

Ainda em escaparate Que se Lixe a Troika, de João Camargo, ontem, na FNAC do Norteshopping. Porto

terça-feira, junho 25, 2013

Ciclo de debates de João Camargo com o livro Que se Lixe a Troika


Amanhã, dia 26 de junho de 2013, apresentação do livro ao Grupo dos Embaixadores da América Latina em Portugal.

6ª feira apresentação do livro na Corunha, a convite da Confederação de Sindicatos da Galiza, Bloco Nacionalista Galego, Plataforma en defensa do ensino público, ADEGA (asociación ecoloxista), Comites (asociación estudantil universitaria), Galiza Nova e Asociación de veciñ@s de Monte Alto.

segunda-feira, maio 06, 2013

Que se lixe a troika!, de João Camargo nas mãos do Prof. Marcelo

Foi ontem, dia 5 de maio, que na sua prelecção dominical, o Professor Marcelo se referiu, na TVI, ao Que se lixe a troika!, de João Camargo. Repare-se no sorriso  aquiescente e quase jactante de quem acredita que, afinal, a troika nem está perto de se lixar. Provavelmente seremos nós. Na ideia dele, claro.

domingo, maio 05, 2013

Que se lixe a Troika!, de João Camargo: 5 086 000 000 000 euritos

«5 086 000 000 000 euritos
Assim foi. Antes deste anúncio, a Alemanha já tinha resgatado a Hypo Real Estate, assim como outros países tinham resgatado o Dexia e o Fortis. Continuaram os resgates e, apenas no período de 15 de setembro de 2008 a 1 de junho de 2009, os países da zona euro gastaram no seu conjunto 2028 biliões de euros com o resgate das ''instituições relevantes'' do sistema bancário e financeiro. É o equivalente a 21% do PIB da zona euro.
A 1 de outubro de 2012, o apoio aprovado na União Europeia a 27 para as instituições financeiras e bancárias chegou aos 5086 biliões de euros, equivalente a 40,3% do PIB da União Europeia. (...)»
Pág. 30

sábado, abril 13, 2013

Fotos da sessão na Contagiarte de Que se lixe a Troika!

Tatiana Moutinho, João Camargo, cá o editor e Manuel Loff

Uma vista geral das pessoas que se deslocaram à Contagiarte ontem à tarde

segunda-feira, abril 08, 2013

Contagiarte, 12/04, 18:30. João Camargo, Tatiana Moutinho e Manuel Loff. Que se lixe a troika!

Dia 12 de abril, pelas 18:30, na Contagiarte, aqui no Porto, João Camargo, Tatiana Moutinho e Manuel Loff falam de Que se lixe a troika!, editado pela Deriva no mês de março, após a manifestação de dia 2. Boaventura de Sousa Santos assina o prefácio ao livro de João Camargo.

sábado, abril 06, 2013

Que se lixe a troika! em destaque na Nova Almedina do ArrabidaShopping

Nessa mesma hora, na Nova Almedina do Arrabida Shopping, decorria uma apresentação engravatada sobre a regulação dos mercados onde pontificavam alguns dos figurões da nossa praça que estão na base do resgate e da negociação com a troika. Foi bom ver, mesmo ao lado e em destaque numa prateleira da livraria, o livro de João Camargo.

terça-feira, abril 02, 2013

João Camargo, com Tatiana Moutinho e Manuel Loff no Contagiarte a 12 de abril, pelas 18:30



É na Contagiarte, no dia 12 de abril, pelas 18:30, que João Camargo estará no Porto para apresentar o seu livro Que se Lixe a Troika!, que tem prefácio de Boaventura de Sousa Santos. A investigadora e ativista social Tatiana Moutinho e o historiador Manuel Loff estarão presentes nesta ação.
A morada da Contagiarte é a seguinte: Rua Álvares Cabral 372,  4050 Porto e o telefone é o 222 000 682. Haverá novidades para quem for, quer no consumo do bar, quer na peça de teatro. Daremos novidades entretanto.

segunda-feira, abril 01, 2013

Que se Lixe a Troika! nos espaços livreiros

Ao que nos dizem, já se encontra nos espaços livreiros o livro de João Camargo, Que se Lixe a Troika! Imprescindível para compreender melhor o que levou à crise atual e entender os meios e estratagemas que o capitalismo financeiro usou para condenar os países a tornarem-se devedores e incumpridores perpétuos. Um glossário em forma de expressão política extremamente clarificador e, por isso mesmo, mobilizador. Com prefácio de Boaventura de Sousa Santos.

sexta-feira, março 29, 2013

João Camargo apresentou ontem Que se Lixe a Troika! no espaço MOB

E foi assim ontem no MOB, à Travessa da Queimada, 33, ali no Bairro Alto em dia de festa. Sala cheia, a que a fotografia não faz justiça, com intervenções de Joana Manuel, de Paulo Pena, cá do editor e de João Camargo. Formou-se uma unanimidade em torno da importância do livro e dos métodos que usaram os banqueiros e governos para nos tramarem. E de que como se deve combater esta novilíngua da economia utilizada para nada nos dizer. Foi ótimo e uma prova de que estamos todos aqui para lutar, disponíveis e revoltados.

segunda-feira, março 25, 2013

Quinta, dia 28/03, às 21:30, na sede do MOB. Que se Lixe a Troika!, de João Camargo


Na sede do MOB, na Travessa da queimada, 33, ao Bairro Alto em Lisboa, vai ter lugar a apresentação do livro de João Camargo, Que se lixe a Troika!. Conta com um prefácio de Boaventura de Sousa Santos e estarão presentes, na sua apresentação, a atriz e ativista social Joana Manuel e o jornalista Paulo Pena. O trabalho de João Camargo é um levantamento exaustivo sobre as causas da crise que levaram às grandes manifestações de 2 de março.

Lisboa: Dia 28 de março, 21:30, na sede do MOB, apresentação de Que se Lixe a Troika!, de João Camargo. Com Joana Manuel e Paulo Pena

A apresentação, em Lisboa, vai ser no espaço associativo MOB, na Travessa da Queimada, 33, ao Bairro Alto. Pelas 21:30. Para além do autor, João Camargo, estarão a apresentar o livro Joana Manuel atriz e ativista social e o jornalista Paulo Pena.
Esperamos por todos vós.

quarta-feira, março 20, 2013

Que se Lixe a Troika, de João Camargo já está entre nós

Saiu hoje Que se Lixe a Troika!, como prometido, da Gráfica Papelmunde em Vila Nova de Famalicão, que cumpriu mais uma vez e integralmente os prazos estabelecidos para a saída de Que se Lixe a Troika! em tempo recorde. A nossa preocupação foi editá-lo em tempo útil após as grandes manifestações de 2 de março. Só assim se compreende o livro estar na rua com as atualizações necessárias e com um capítulo novo, depois dos grandes protestos populares. Depois da tipografia foi para a Companhia das Artes, em Ermesinde, que distribuirá os livros por todo o território nacional nos melhores espaços livreiros, a partir de amanhã de manhã. Depois é só esperar que apareçam nos escaparates. Só uma indiscrição: quer João Camargo, quer Boaventura de Sousa Santos, fizeram um trabalho impecável para que o livro pudesse estar tão cedo na rua ao atualizar e acrescentar elementos fundamentais para a compreensão global dos protestos. A Andrea Peniche conseguir rever todo o livro num período tão curto de tempo foi um esforço hercúleo. Vamos agora iniciar um processo de apresentação do livro com João Camargo que se iniciará a 28 de março em Lisboa, provavelmente na sede dos Precários Inflexíveis e com convidados que a seu tempo revelaremos.

segunda-feira, março 18, 2013

Amanhã, 19 de março: Que se Lixe a Troika, de João Camargo sai da tipografia


É já amanhã que o livro de João Camargo, Que se Lixe a Troika!, sai da tipografia direito à distribuidora para estar presente em todas as (boas) livrarias e espaços livreiros do país. Com prefácio de Boaventura de Sousa Santos:

«Pese embora o poderoso slogan que lhe dá o título, este livro não é um livro de palavras de ordem. É um livro analítico e didático que identifica com rigor as políticas e os protagonistas que provocaram a crise e a estão supostamente a “resolver” à custa da destruição da nossa economia e da degradação do nosso bem-estar.

As análises contidas neste livro explicam, de modo acessível a leitores não especialistas, como foi engendrada a crise fi nanceira. Entregue a si próprio, depois de ter neutralizado o direito nacional e internacional que de algum modo o controlava, o capital fi nanceiro nacional e internacional envolveu-se em aventuras financeiras que geraram lucros fabulosos para os seus protagonistas. Quando as condutas irresponsáveis (pondo em risco pensões e aforros arduamente conquistados pelos cidadãos), moralmente repugnantes (violando a confi ança e a boa-fé dos depositantes) e mesmo criminosas (evasão fi scal de proporções gigantescas) finalmente deram para o torto, o capital financeiro mais uma vez capitalizou no controle que tinha assumido sobre as instituições públicas para continuar a prevalecer sobre os cidadãos. Assim, o gigantesco enriquecimento ilícito que gerou a crise continua sob a forma de resgates e recapitalizações bancárias supostamente para “resolver” a crise (...) »

Do Prefácio de Boaventura de Sousa Santos

«Três períodos | A história do Banco Central Europeu pode ser dividida em grandes períodos: o primeiro vai desde a sua criação em 1998 até ao fi nal do mandato do primeiro presidente, o holandês Wim Duisenberg, em 2003, acompanhando a introdução do euro, procurando afi rmar a força da economia e da moeda europeia perante o poderoso dólar e o ceticismo dos mercados financeiros; o segundo período começa com a entrada do francês Jean-Claude Trichet em 2003, quando o euro começou a crescer e quando o BCE repreendia França e Alemanha pelos seus défices orçamentais. Em 2008, já em plena crise financeira, o BCE congratulava-se pela resiliência europeia e do euro ao choque do subprime, mas em 2009, com o ataque especulativo à Grécia, após biliões de dólares e de euros serem utilizados nos resgates do sistema fi nanceiro, Trichet decide baixar as taxas de juros de empréstimo à banca privada para 1,5%, com o objetivo de estimular o crédito (nesta altura os Estados Unidos e a Grã-Bretanha já tinham as taxas de juro de referência perto do zero). Desde então começou o terceiro período do BCE, tendo continuado a baixar as suas taxas de juro, atingindo os 0,75% em 2 de julho de 2012, já liderado pelo italiano Mario Draghi. (...)
Monsieur Euro | O anterior presidente do BCE foi o francês Jean-Claude Trichet, antigo presidente do Banque de France. Assumiu o seu mandato em novembro de 2003, um ano mais tarde do que seria de esperar. Os presidentes do BCE devem cumprir mandatos de 8 anos não-renováveis, mas, devido a negociações entre franceses e alemães, o mandato do primeiro presidente, o holandês Wim Duisenberg, seria apenas metade do que era previsto – quatro anos. No entanto, chegada a hora do câmbio, Jean-Claude Trichet estava em pleno julgamento pelo seu papel na gestão do caso Crédit Lyonnais. Este caso foi apelidado pelo The Economist como “o escândalo financeiro do século”. É um título exagerado, pelo século que vinha pela frente ou pelo que deixava atrás. Mas foi seguramente o maior resgate que um Estado fez a um banco naquela década. Durante o mandato de Trichet enquanto presidente do banco central francês, o banco Crédit Lyonnais foi resgatado várias vezes, tendo o custo total do dinheiro público utilizado nestas operações chegado, segundo a BBC, aos 30 mil milhões de euros. Foi criado um organismo público – o Consortium de Reálisation (CDR) – para o qual foram desviadas todas as dívidas do Crédit Lyonnais, fruto da gestão ruinosa anterior que incluiu a compra dos estúdios de cinema MGM. Em maio de ‘96, a sede do Crédit Lyonnais ardeu em Paris durante 12 horas e desapareceram a maior parte dos arquivos do banco, assim como os seus computadores. O Crédit Lyonnais foi privatizado em 1999. Em 2003 o Crédit Agricole comprou o banco, dividindo-o em banca de investimento (Calyon) e banca de retalho (LCL). O Consortium de Reálisation (CDR), com as dívidas do Crédit Lyonnais, permaneceu na esfera pública – materializando aquele que já se vai tornando um ditado popular: “privatizam-se os lucros, nacionalizam-se os prejuízos”. O CDR acabou, entre outros prejuízos ao erário público, por pagar 285 milhões de euros de dinheiro público ao magnata Bernard Tapié, antigo proprietário da Adidas e do clube Olimpique de Marselha (razão pela qual a atual presidente do FMI, Christine Lagarde, está sob investigação da justiça francesa). Jean-Claude Trichet, no entanto, foi absolvido de quaisquer responsabilidades no caso e assumiu a pasta de presidente do BCE a 1 de novembro de 2003. O “Sr. Euro”, como a certa altura se autoproclamou, teve formação em engenharia e economia. Em 1971 foi nomeado inspetor-geral das Finanças em França e progrediu em 1987 até chegar ao cargo de Diretor do Departamento do Tesouro francês. A par da sua carreira pública, Trichet evoluiu no privado, tendo sido o presidente do Clube de Paris entre 1985 e 1993. Simultaneamente, de 1987 a 1995, Trichet foi um dos governadores do Banco Mundial, assim como governador alternante do Fundo Monetário Internacional. Em 1993 foi nomeado governador do Banque de France, banco central francês, onde cumpriu dois mandatos antes de assumir a pasta no BCE. (...)»
Que se Lixe a Troika, João Camargo. Deriva, 2012