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quarta-feira, julho 20, 2011
O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão - TEATRO para a Infância e Juventude
Quarto de Isaac Newton. Roupas, vidros, lunetas, máquinas desmontadas,livros, restos de comida em pratos, copos, tabuleiros,duas cadeiras, rolos de papel de todos os tamanhos, mapas, um telescópio. Tudo a um canto. No centro, um escadote.
1. Entrada
Próspero
(Paciente. Em cima do escadote. Newton, de pé, mãos atrás dascostas, cá em baixo) Repete lá, devagar.
Newton
(Recita) Newton. Isaac Newton. Nasceu em 1642 e morreu em 1727. Quando nasceu a Terra era redonda, quando morreu era achatada nos pólos. Quando nasceu o peso da Lua pressionava o mar e fazia-o subir e descer, quando morreu são o Sol e a Lua quem atrai as águas provocando as marés. Quando nasceu…
Próspero
Já chega. Como é que acaba?
Newton
Acaba assim. “Não sei como o Mundo me verá mas, a mim, parece-me que fui sempre um rapazinho a brincar na praia que por diversão encontrou de vez em quando uma pedra mais redonda ou uma concha mais bonita do que as outras, enquanto o grande Oceano da verdade continuava ali, à minha frente, todo por descobrir.”
Próspero
Quem disse?
Newton
Newton. Isaac Newton. Bonito, hã? (Escuro. Próspero acende uma lanterna. Som do mar, talvez também o canto das baleias. Próspero perscruta o Mar de cima do escadote. Chuva. Newton, senta-se. Próspero, desce do escadote e afasta-se. Toda a luz em Newton. Chuva. Mais forte. Entra a mãe. Fecha o chapéu de chuva e pousa-o)
Mãe
(A Próspero) Boa noite, que chuva horrível. (A Newton) Estás pronto? Estás nervoso? (Não há resposta. Ao público) Este é o meu filho… vem fazer teatro. (Justifica-se) É a primeira vez que vem fazer teatro e por isso ninguém leva a mal com certeza que eu venha com ele... para fazer companhia. Afinal de contas
ele sempre é meu filho. E eu sou a mãe dele, claro… (Exagera) Já sei o que me vão dizer: “Oh, ela é tão nova e já com um filho daquele tamanho”. (Suspiro) Já estou habituada. (Suspiro desmedido) Ele, o meu filho, tem a mania que é o Isaac Newton. Já lhe disse centenas de vezes que não era mas, ele não acredita.
Newton
Sou, sou.
[Para continuar a ler, comprar o livro aqui]
terça-feira, maio 17, 2011
O TEatroensaio apresenta “Damião das Chaves”
Uma visita original ao imaginário do Centro Comercial de Cedofeita
Datas: de 14 a 19 de Junho de 2011
Horário: de terça a Sábado – 21h30, Domingo-18h00
Local: Centro Comercial de Cedofeita (Rua de Cedofeita, nº 451 4050-181 Porto)
Ficha Técnica:
Texto: Ordep Serip
Concepção: Pedro Estorninho
Interpretação: Ivo Luz e Pedro Estorninho
Guarda-Roupa: Inês Leite
Produção TEatroensaio
Sinopse:
Todas as noites, Damião das Chaves deixa-se habitar por todos os fantasmas que já passaram por este centro comercial e as suas lojas, um espaço público de visitantes e privado de vivências.
Todas as noites o actor Pedro Estorninho deixar-se-á habitar por todas estas histórias, improvisando o texto.
Para todos os curiosos que conseguirem imaginar o espaço, recriar a cidade e habitar o quotidiano em que nos encontramos, em que nos fazemos mais pessoas, quase sem dar por isso.
terça-feira, março 29, 2011
Normal, de Ricardo Silveira, por Rui Spranger
Normal, monólogo em um acto de Ricardo Silveira é encenado e interpretado por Rui Spranger e estreará a 20 de Abril de 2011, no Pinguim Café, ficando em cena até dia 22 de Maio, de quarta a sexta às 21h30 e sábado e domingo às 22h30.
Normal é o monólogo de um indivíduo que se encontra sozinho num espaço público, constrangido pela situação e preocupado em ter um comportamento normal. Questiona-se sobre a percepção que os outros terão de si, inquietando-se com as diversas leituras que julga perceber, e vai-se refugiando em estratagemas para passar despercebido, inclusive o controlo do pensamento, numa tentativa de construir o clima mental que lhe convém. Nesse processo reflecte sobre o lugar do individuo na comunidade, sobre a forma como é olhado e qual a pose certa a adoptar para se fundir com os outros, para não causar estranheza nem rejeição. Ao tentar obsessivamente ser normal, interroga-se sobre as condições dessa normalidade e põe em causa o seu próprio comportamento e identidade.
segunda-feira, novembro 08, 2010
Pássaro de Papel | Teatro Ensaio
Este espectáculo é criado à volta da História do Papel e da Escrita, pretendendo despertar o gosto das crianças pelos livros, sensibilizando-as para a leitura e esperando alimentar a sua imaginação e criatividade, através da exploração do papel como material de grande versatilidade plástica.
Espectáculos para todos a partir dos 3 anos. De 6 a 19 de Dezembro de 2010
Blackbox Cace Cultural do Freixo,
Rua do Freixo 1071, Porto, estacionamento gratuito
Espectáculos para Escolas EB1,2: de segunda à sexta, às 11h e 15h (sujeito a marcação)
Espectáculos para Público em Geral: sábados e domingos às 16 h
Informações e reservas: 918626345
mais aqui
segunda-feira, maio 03, 2010
TEATROENSAIO apresenta SOLITÁRIO e PARDA
De 12 a 16 de Maio, pelas 22 h, o TeatroEnsaio apresenta, no Blackbox Cace Cultural do Porto, Solitário, de Pedro Estorninho e Parda, de Gil Vicente.
SOLITÁRIO
Texto e encenação: Pedro Estorninho
Interpretação: José Topa
Vídeo: Eduardo Sousa
Desenho de Luz: Romeu Guimarães
Operação de Luz, Som e Vídeo: Filipe Ribeiro
Produção executiva: Alice Prata
Fotografia: Pedro Ferreira
Datas: 12 a 16 de Maio de 2010 | Hora: 22h
Local: Blackbox Cace Cultural do Porto, Rua do Freixo 1071, Porto (antiga central eléctrica do Freixo), estacionamento gratuito. | reservas e informações: tlf: 918626345 ou 937017575
mail: teatroensaio@gmail.com
blogue: teatroensaio-teatreia.blogspot.com
SOLITÁRIO
Texto e encenação: Pedro Estorninho
Interpretação: José Topa
Vídeo: Eduardo Sousa
Desenho de Luz: Romeu Guimarães
Operação de Luz, Som e Vídeo: Filipe Ribeiro
Produção executiva: Alice Prata
Fotografia: Pedro Ferreira
PARDA
Texto: Gil Vicente
Encenação: Pedro Estorninho
Interpretação: Inês Leite
Execução de cenografia: Ricardo Preto e Teresa Alpendurada
Desenho de Luz: Francisco Tavares Teles
Operação de Luz e Som: Filipe Ribeiro
Sonoplastia: Rui Lima
Produção executiva: Alice Prata
Design gráfico: Luís Silva
Fotografia: Mário Pastor
Texto: Gil Vicente
Encenação: Pedro Estorninho
Interpretação: Inês Leite
Execução de cenografia: Ricardo Preto e Teresa Alpendurada
Desenho de Luz: Francisco Tavares Teles
Operação de Luz e Som: Filipe Ribeiro
Sonoplastia: Rui Lima
Produção executiva: Alice Prata
Design gráfico: Luís Silva
Fotografia: Mário Pastor
Datas: 12 a 16 de Maio de 2010 | Hora: 22h
Local: Blackbox Cace Cultural do Porto, Rua do Freixo 1071, Porto (antiga central eléctrica do Freixo), estacionamento gratuito. | reservas e informações: tlf: 918626345 ou 937017575
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