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quarta-feira, junho 11, 2014

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão

Cartaz elaborado por António Carvalhal

Ontem, na Secundária Aurélia de Sousa e pela mão de José Fernando, uma turma do 9º ano levou à cena O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão. Foi um êxito. O livro, esse, está aqui:


Capa de Sandie Mourão

sexta-feira, setembro 06, 2013

Deriva Juvenil. 4 escolhas das Escolas



A Saga das Aventuras de Sheila e Said, de Ramón Caride e ilustrada por Miguelanxo Prado: Perigo Vegetal (2ª ed./9 euros), Ameaça na Antártida (9 euros) e O Futuro Roubado (9,5 euros). No Plano Nacional de Leitura com inúmeras explorações pedagógicas para várias disciplinas dos 2º e 3º ciclos em www.aventurasdesheilaesaid.blogspot.com
O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, ilustrado por Sandie Mourão. No Plano Nacional de Leitura é um teatro que fala do nosso sistema solar, de Newton e das estrelas. Com prefácio de Máximo Ferreira e um guião pedagógico para uso nas escolas de Paulo Simões (9 euros)

quarta-feira, agosto 21, 2013

Fazer Teatro na Escola, uma proposta

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma peça de teatro para a juventude várias vezes apresentada no Teatro da Trindade em Lisboa, entre outros palcos. Alia o humor à pedagogia. Da História às Ciências Naturais, da Matemática à Física; para além, igualmente, da Língua Portuguesa e da Geografia, mostra-nos uma série de possibilidades que se podem concretizar no espaço da turma ou da escola. Dentro, um prefácio de Máximo Ferreira e um guia de exploração pedagógica de Paulo Simões. Para a montagem do espectáculo, sugestões oportunas de figurinos dos actores e actrizes. Proposto pelo Plano Nacional de Leitura.
Pedidos para infoderivaeditores@gmail.com (descontos para as escolas)

segunda-feira, dezembro 31, 2012

2013 continuaremos a presença da boa literatura juvenil

O ano de 2013 vai ser o de confirmação da coleção juvenil da Deriva com a presença de autores como Luís Mourão e Ramón Caride. As ilustrações são respetivamente de Sandie Mourão e Miguelanxo Prado. Todos os livros são aconselhados pelo Plano Nacional de Leitura

terça-feira, dezembro 18, 2012

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão. Prefácio de Máximo Ferreira

Um livro da autoria de Luís Mourão, já dramatizado por vários grupos teatrais (Teatro da Trindade, Nariz, etc.) e essencial para brincarmos a sério com as estrelas e com os planetas como diz no prefácio Máximo Ferreira. Uma obra de teatro para jovens, que facilmente pode ser montado em contexto escolar e que é transversal a várias disciplinas. Recomendado pelo PNL, tem um precioso guia de Atividades de Astronomia na Escola proposto por Paulo Simões.

domingo, novembro 11, 2012

Este mês: pode encontrar nas livrarias O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão

Com prefácio muito a propósito do astrónomo Máximo Ferreira e um guia de atividades de Astronomia na escola, Luís Mourão apresenta-nos um teatro hilariante e pedagógico facilmente montável nas turmas do Básico e Secundário. Proposto pelo PNL ainda o pode encontrar nas principais livrarias.

terça-feira, outubro 30, 2012

Montar uma peça de teatro na escola


O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma peça de teatro já várias vezes apresentada no Teatro da Trindade em Lisboa, entre outros palcos. Alia o humor à pedagogia. A História às Ciências Naturais, a Matemática à Física; para além da Língua Portuguesa e da Geografia, mostra-nos uma série de possibilidades que se podem concretizar no espaço da turma ou da escola. Dentro, um prefácio de Máximo Ferreira e um guia de exploração pedagógica de Paulo Simões. Para a montagem do espetáculo, sugestões oportunas de figurinos dos atores e atrizes. Proposto pelo Plano Nacional de Leitura.

segunda-feira, outubro 15, 2012

O Homem que Via Passar as Estrelas apresenta-se em Leiria pelo O Nariz

Cartaz de O Homem que Via Passar as Estrelas de Luís Mourão
Pelo Grupo de Teatro O Nariz de Leiria
Autor: Rui Pedro Lourenço

sábado, outubro 13, 2012

A Deriva e a Literatura Juvenil no PNL.

2ª ed. de Ramón Caride e Miguelanxo Prado.
1º livro da série Aventuras de Sheila e Said..
2º Livro da série. A sair para a semana.
3º Livro da série. A sair para a semana
De Luís Mourão. Teatro nas Escolas sobre o sistema solar.
Com guia de exploração pedagógica dos planetas.

segunda-feira, dezembro 26, 2011

O Homem que via passar as estrelas – Luís Mourão Prefácio de Máximo Ferreira Guia de Atividades de Astronomia na Escola de Paulo Simões Ilustrações de Sandie Mourão

O Homem que via passar as estrelas – Luís Mourão





Um texto para um espetáculo de Teatro para a Infância e Juventude onde se conta, na brevidade de uma noite de insónia ou de sonhos turbulentos, o encontro inesperado de Isaac Newton com os planetas do Sistema Solar…
É de noite. E, porque é de noite, o Sol não está. 
Newton recebe no seu quarto-laboratório-cenário estranhas visitas por engano.
Os planetas vêm ver o Sol, discutir com ele, expor-lhe os seus múltiplos problemas e, à falta de melhor, vão deixando recado. O homem se encarregará de os entregar depois, mais tarde, quando nascer o dia.  


Mas não falam só de problemas. Apresentam-se, saltam, sujam-se, rodopiam e brincam. A noite ainda não acabou…


Prefácio de Máximo Ferreira | Guia de Atividades de Astronomia na Escola de Paulo Simões | Ilustrações de Sandie Mourão 


INCLUÍDO NO PLANO NACIONAL DE LEITURA - para apoio a projetos relacionados com TEMAS CIENTÍFICOS para o 3º,4º, 5º e 6º ano de escolaridade

quinta-feira, novembro 03, 2011

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão (texto), Sandie Mourão (figurinos/ilustração)



A propósito do lançamento  de O Homem que Via Passar as Estrelas, um texto de teatro para a infância e juventude de Luís Mourão (texto), Sandie Mourão (figurinos/ilustração); manual de exploração pedagógica  de Paulo Simões e prefácio de Máximo Ferreira recuperámos um artigo de  Ana Paula Couceiro Figueira  publicado  originalmente na revista Psychologica e posteriormente aqui.

O Palco da Vida: A expressão dramática enquanto instrumento operatório do desenvolvimento das competências sociais  | Ana Paula Couceiro Figueira

    [...] Ajudar os alunos a serem sujeitos independentes/autónomos, criativos, expressivos, auto-afirmativos, assertivos, desinibidos, comunicativos, capazes de tomar decisões, a saberem resolver problemas, em suma, a serem auto-regulados e autocontrolados, deverá ser a maior prioridade educacional, hoje.
    Julgamos que todos os membros da equipa educativa deverão envidar esforços no sentido de, simultaneamente à preocupação sobre os conteúdos estritamente escolares, formais, e dos meios que facilitam a sua aquisição, enquadrar nos seus programas, projectos ou acções, temáticas relacionadas com as condições que propiciam a aprendizagem (motivação, controlo das emoções e estados de humor, percepção de competência e de capacidade, expectativas, aspirações, atitude positiva face à escola, estabelecimento de objectivos de aprendizagem, percepção da instrumentalidade dos conteúdos, métodos e condições de estudo, aptidões sociais, …). No mesmo sentido, consideramos que, igualmente, uma forma possível de poder realizar este princípio, poderia ser ou existir, não a título facultativo, mas com cariz curricular , a disciplina de Expressão Dramática, desde a Educação de Infância ao Ensino Superior.    [...]
 A Expressão Dramática entendida, não na sua vertente terapêutica (ex. Psicodrama), de remediação ou recuperação, nem como mera estratégia para veicular mensagens formais, antes, no seu vector preventivo/profiláctico, como instrumento de aprendizagem e de desenvolvimento, propiciador de experiências relacionais/sociais.
Em rigor, a Expressão Dramática    [...]  parece cumprir, julgamos, os objectivos de desenvolvimento social. [...] De facto, a Expressão Dramática, tendo em consideração os aspectos afectivo/sociais, cognitivo/linguísticos e psicomotores de desenvolvimento, perspectiva-se como um instrumento de actualização e potenciação das aptidões sociais. Tendo em conta, igualmente, comportamentos verbais e não verbais, encerra os componentes fundamentais das competências sociais. É uma prática que põe em acção a totalidade da pessoa, favorecendo, através de actividades lúdicas, o desenvolvimento e uma aprendizagem global (cognitiva, afectiva, sensorial, motora, estética). Neste sentido, ela partilha das intenções da finalidade geral da educação que é o desenvolvimento global da personalidade (Landier & Barret, 1994).
    Consideramos que todas as outras disciplinas curriculares podem potenciar ou fomentar as capacidades sociais dos indivíduos. Todavia, para além de serem esses os seus objectivos mais específicos e prioritários, são os professores de Expressão Dramática aqueles que, por “não terem preocupações de conteúdos estritos escolares”, estão em melhor posição, teoricamente, têm mais disponibilidade para o desenvolvimento holístico do indivíduo. [...]


É que,
A expressividade da pessoa humana implica o corpo como
condição da tradução dessa expressividade; implica o
enquadramento ambiental como possibilidade de diálogo
existencial na personalidade estruturada e amadurecida e
na personalidade em estruturação e amadurecimento
progressivo (…)
Miranda Santos, 1972, pp. 314-315.
e
É tão importante o contributo do corpo para as expressões
humanas que se poderia falar duma colaboração
indispensável do mesmo para essas expressões ou até
duma “intencionalidade corporal”.
Miranda Santos, 1972, p. 317.



  LER NA ÍNTEGRA AQUI.

quarta-feira, setembro 07, 2011

O Homem que Via Passar as Estrelas: a chegar às livrarias!

Luís Mourão em discurso direto sobre O Homem que Via Passar as Estrelas, uma peça de teatro para a infância e juventude, recomendada pelo PNL.

quarta-feira, agosto 17, 2011

A chegar:O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão - TEATRO para a Infância e Juventude


O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma viagem ao centro dos planetas do Sistema Solar, guiada pelo grande astrónomo da Humanidade, Sir Isaac Newton.
O descontentamento dos planetas é geral, e um de cada vez, procuram Sua Majestade, o Sol, cada um com o seu protesto. Em vão. É noite e Sua Majestade não recebe visitas. Newton é acordado com a chegada repentina destes planetas que afirmam que dali não saem sem serem ouvidos.

quarta-feira, julho 20, 2011

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão - TEATRO para a Infância e Juventude




Quarto de Isaac Newton. Roupas, vidros, lunetas, máquinas desmontadas,livros, restos de comida em pratos, copos, tabuleiros,duas cadeiras, rolos de papel de todos os tamanhos, mapas, um telescópio. Tudo a um canto. No centro, um escadote.

1. Entrada


Próspero
(Paciente. Em cima do escadote. Newton, de pé, mãos atrás dascostas, cá em baixo) Repete lá, devagar.

Newton
(Recita) Newton. Isaac Newton. Nasceu em 1642 e morreu em 1727. Quando nasceu a Terra era redonda, quando morreu era achatada nos pólos. Quando nasceu o peso da Lua pressionava o mar e fazia-o subir e descer, quando morreu são o Sol e a Lua quem atrai as águas provocando as marés. Quando nasceu…

Próspero
Já chega. Como é que acaba?


Newton
Acaba assim. “Não sei como o Mundo me verá mas, a mim, parece-me que fui sempre um rapazinho a brincar na praia que por diversão encontrou de vez em quando uma pedra mais redonda ou uma concha mais bonita do que as outras, enquanto o grande Oceano da verdade continuava ali, à minha frente, todo por descobrir.”

Próspero
Quem disse?

Newton
Newton. Isaac Newton. Bonito, hã? (Escuro. Próspero acende uma lanterna. Som do mar, talvez também o canto das baleias. Próspero perscruta o Mar de cima do escadote. Chuva. Newton, senta-se. Próspero, desce do escadote e afasta-se. Toda a luz em Newton. Chuva. Mais forte. Entra a mãe. Fecha o chapéu de chuva e pousa-o)

Mãe
(A Próspero) Boa noite, que chuva horrível. (A Newton) Estás pronto? Estás nervoso? (Não há resposta. Ao público) Este é o meu filho… vem fazer teatro. (Justifica-se) É a primeira vez que vem fazer teatro e por isso ninguém leva a mal com certeza que eu venha com ele... para fazer companhia. Afinal de contas
ele sempre é meu filho. E eu sou a mãe dele, claro… (Exagera) Já sei o que me vão dizer: “Oh, ela é tão nova e já com um filho daquele tamanho”. (Suspiro) Já estou habituada. (Suspiro desmedido) Ele, o meu filho, tem a mania que é o Isaac Newton. Já lhe disse centenas de vezes que não era mas, ele não acredita.


Newton
Sou, sou.
[Para continuar a ler, comprar o livro aqui]

terça-feira, julho 19, 2011

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, que a Deriva agora publica,  é um livro recomendado para Apoio a Projectos Relacionados com TEMAS CIENTÍFICOS -3º, 4º, 5º e 6º ANOS DE ESCOLARIDADE. O Homem que Via Passar as Estrelas é uma viagem ao centro dos planetas do Sistema Solar, guiada pelo grande astrónomo da Humanidade, Sir Isaac Newton. O descontentamento dos planetas é geral, e um de cada vez, procuram Sua Majestade, o Sol, cada um com o seu protesto. Em vão. É noite e Sua Majestade não recebe visitas. Newton é acordado com a chegada repentina destes planetas que afirmam que dali não saem sem serem ouvidos. O Homem que Via Passar as Estrelas é um texto dramático, com ilustrações de Sandie Mourão e com prefácio de Máximo Ferreira. E acompanhado de um dossiê/Kit  de observação de estrelas da autoria de Paulo Simões.

sábado, setembro 11, 2010

O Homem que Via Passar as Estrelas, um texto de teatro para a infância e juventude - a importância da Expressão dramática na Escola

 A propósito do lançamento próximo de O Homem que Via Passar as Estrelas, um texto de teatro para a infância e juventude de Luís Mourão (texto), Sandie Mourão (figurinos/ilustração); manual de exploração pedagógica  de Paulo Simões e prefácio de Máximo Ferreira recuperámos um artigo de  Ana Paula Couceiro Figueira  publicado  originalmente na revista Psychologica e posteriormente aqui.

O Palco da Vida: A expressão dramática enquanto instrumento operatório do desenvolvimento das competências sociais  | Ana Paula Couceiro Figueira

    [...] Ajudar os alunos a serem sujeitos independentes/autónomos, criativos, expressivos, auto-afirmativos, assertivos, desinibidos, comunicativos, capazes de tomar decisões, a saberem resolver problemas, em suma, a serem auto-regulados e autocontrolados, deverá ser a maior prioridade educacional, hoje.
    Julgamos que todos os membros da equipa educativa deverão envidar esforços no sentido de, simultaneamente à preocupação sobre os conteúdos estritamente escolares, formais, e dos meios que facilitam a sua aquisição, enquadrar nos seus programas, projectos ou acções, temáticas relacionadas com as condições que propiciam a aprendizagem (motivação, controlo das emoções e estados de humor, percepção de competência e de capacidade, expectativas, aspirações, atitude positiva face à escola, estabelecimento de objectivos de aprendizagem, percepção da instrumentalidade dos conteúdos, métodos e condições de estudo, aptidões sociais, …). No mesmo sentido, consideramos que, igualmente, uma forma possível de poder realizar este princípio, poderia ser ou existir, não a título facultativo, mas com cariz curricular , a disciplina de Expressão Dramática, desde a Educação de Infância ao Ensino Superior.    [...]
 A Expressão Dramática entendida, não na sua vertente terapêutica (ex. Psicodrama), de remediação ou recuperação, nem como mera estratégia para veicular mensagens formais, antes, no seu vector preventivo/profiláctico, como instrumento de aprendizagem e de desenvolvimento, propiciador de experiências relacionais/sociais.
Em rigor, a Expressão Dramática    [...]  parece cumprir, julgamos, os objectivos de desenvolvimento social. [...] De facto, a Expressão Dramática, tendo em consideração os aspectos afectivo/sociais, cognitivo/linguísticos e psicomotores de desenvolvimento, perspectiva-se como um instrumento de actualização e potenciação das aptidões sociais. Tendo em conta, igualmente, comportamentos verbais e não verbais, encerra os componentes fundamentais das competências sociais. É uma prática que põe em acção a totalidade da pessoa, favorecendo, através de actividades lúdicas, o desenvolvimento e uma aprendizagem global (cognitiva, afectiva, sensorial, motora, estética). Neste sentido, ela partilha das intenções da finalidade geral da educação que é o desenvolvimento global da personalidade (Landier & Barret, 1994).
    Consideramos que todas as outras disciplinas curriculares podem potenciar ou fomentar as capacidades sociais dos indivíduos. Todavia, para além de serem esses os seus objectivos mais específicos e prioritários, são os professores de Expressão Dramática aqueles que, por “não terem preocupações de conteúdos estritos escolares”, estão em melhor posição, teoricamente, têm mais disponibilidade para o desenvolvimento holístico do indivíduo. [...]


É que,
A expressividade da pessoa humana implica o corpo como
condição da tradução dessa expressividade; implica o
enquadramento ambiental como possibilidade de diálogo
existencial na personalidade estruturada e amadurecida e
na personalidade em estruturação e amadurecimento
progressivo (…)
Miranda Santos, 1972, pp. 314-315.
e
É tão importante o contributo do corpo para as expressões
humanas que se poderia falar duma colaboração
indispensável do mesmo para essas expressões ou até
duma “intencionalidade corporal”.
Miranda Santos, 1972, p. 317.



  LER NA ÍNTEGRA AQUI.

domingo, julho 25, 2010

O Homem que Via Passar as Estrelas | Deriva Editores





O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma viagem ao centro dos planetas do Sistema Solar, guiada pelo grande astrónomo da Humanidade, Sir Isaac Newton.
O descontentamento dos planetas é geral, e um de cada vez, procuram Sua Majestade, o Sol, cada um com o seu protesto. Em vão. É noite e Sua Majestade não recebe visitas. Newton é acordado com a chegada repentina destes planetas que afirmam que dali não saem sem serem ouvidos.

O Homem que Via Passar as Estrelas é um texto dramático, com ilustrações de Sandie Mourão e com prefácio de Máximo Ferreira. E será acompanhado de um dossiê/Kit de observação de estrelas da autoria de Paulo Simões.

Em breve, mais notícias sobre O Homem que Via Passar as Estrelas.

quinta-feira, julho 22, 2010

Avanço de temporada: O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão




O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma viagem ao centro dos planetas do Sistema Solar, guiada pelo grande astrónomo da Humanidade, Sir Isaac Newton.
O descontentamento dos planetas é geral, e um de cada vez, procuram Sua Majestade, o Sol, cada um com o seu protesto. Em vão. É noite e Sua Majestade não recebe visitas. Newton é acordado com a chegada repentina destes planetas que afirmam que dali não saem sem serem ouvidos.

O Homem que Via Passar as Estrelas é um texto dramático, com ilustrações de Sandie Mourão e com prefácio de Máximo Ferreira. E será acompanhado de um dossiê/Kit  de observação de estrelas da autoria de Paulo Simões.

Sobre o valor do  TEATRO na Educação, diz Carlos Fragateiro (e nós concordamos):


Se nos países em vias de desenvolvimento se utilizaram e utilizam os instrumentos e a linguagem teatral para lançar campanhas de informação e de prevenção ao nível dos temas primários, porque é que no interior dos chamados países desenvolvidos não poderemos utilizar os mesmos instrumentos e a mesma linguagem, a do teatro, para lançar toda uma campanha de agitação e desafio nos domínios da inteligência e da imaginação?
Falamos naturalmente do retomar da ideia de um Teatro Didáctico e/ou de Intervenção, de um teatro que conte histórias fantásticas onde o único limite seja o infinito, histórias com capacidade de despertar e alimentar o imaginário de cada espectador e de o motivar a desenvolver as suas capacidades de associação e de descoberta, a resolver enigmas e a responder a problemas a que é necessário dar resposta para que as histórias avancem e os conflitos se resolvam. Uma prática teatral que seja capaz de confrontar os espectadores com histórias e personagens que têm a procura da invenção como objecto central do seu percurso, histórias que mostrem como essa capacidade de invenção é fundamental para o desenvolvimento do ser humano, de todos os seres humanos. No fundo, estamos à procura de uma prática teatral que conte histórias que nos emocionem, de um teatro que provoque e obrigue a trabalhar o cérebro, de um teatro que seja o Alcoitão dos neurónios, de um teatro capaz de ser um espaço privilegiado para a cerebroterapia. (daqui)

Em breve, mais notícias sobre O Homem que Via Passar as Estrelas.