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terça-feira, dezembro 18, 2012

O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão. Prefácio de Máximo Ferreira

Um livro da autoria de Luís Mourão, já dramatizado por vários grupos teatrais (Teatro da Trindade, Nariz, etc.) e essencial para brincarmos a sério com as estrelas e com os planetas como diz no prefácio Máximo Ferreira. Uma obra de teatro para jovens, que facilmente pode ser montado em contexto escolar e que é transversal a várias disciplinas. Recomendado pelo PNL, tem um precioso guia de Atividades de Astronomia na Escola proposto por Paulo Simões.

quarta-feira, agosto 17, 2011

A chegar:O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão - TEATRO para a Infância e Juventude


O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma viagem ao centro dos planetas do Sistema Solar, guiada pelo grande astrónomo da Humanidade, Sir Isaac Newton.
O descontentamento dos planetas é geral, e um de cada vez, procuram Sua Majestade, o Sol, cada um com o seu protesto. Em vão. É noite e Sua Majestade não recebe visitas. Newton é acordado com a chegada repentina destes planetas que afirmam que dali não saem sem serem ouvidos.

sábado, setembro 18, 2010

Ideias para o regresso às aulas # 2 Homem que via passar as estrelas

(mais um figurino de Sandie Mourão)

Mesmo antes do texto e depois do prefácio de Máximo Ferreira, um aviso:

O texto que aqui se publica é um corpo vivo que sofreu múltiplas transformações de pormenor, quer ao longo dos ensaios quer durante a sua representação, e que continua a sofrer. A versão que vão ler corresponde ao estado do texto após dezenas de ensaios e representações.Os desenhos são uma pequena parte dos figurinos feitos, para o espectáculo, por Sandie Mourão.
Porque é de teatro que falamos e teatro é coisa viva, é natural (melhor, desejável) que o texto se mova e se molde. Porque é teatro didáctico (dito assim parece coisa feia, mas não é…), ainda mais justificações encontramos para que o texto se faça à medida das estrelas, perdão, dos alunos.

O Homem que via passar as estrelas é um texto dramático à espera de quem encarne estas personagens: Newton, Próspero, Mercúrio, Vénus, Marte, Urano, ….
E tem, como suporte, um Manual de Exploração Pedagógica, da autoria de Paulo Simões, onde se apresentam várias actividades a desenvolver dentro e fora da sala de aula. Diz Paulo Simões:

"a astronomia não se reduz à observação astronómica – e mesmo esta não tem de ser limitada à observação nocturna. A própria observação nocturna pode ser proposta como uma actividade simples, passível de ser desenvolvida com o auxílio de familiares dos alunos, à porta de casa, no quintal, numa varanda ou num passeio, ao princípio da noite.”
[…] quando chegam à escola, os nossos alunos já adquiriram uma série de conhecimentos sobre astronomia. Já sabem que o Sol nasce todos os dias,, que se põe também todos os dias; que a Lua se vê à noite e que não é sempre igual, que as estrelas são cheias de picos – senão não se chamavam estrelas... Com alguma sorte, sabem que o sol é uma estrela – uma estrela maior que todas as outras e sim, que está mais perto de nós do que as outras estrelas, e como sabem pensar e gostam de o fazer, concluem rapidamente que no Verão estamos mais perto do Sol – ou melhor, que o Sol está mais próximo de nós – e que o frio do Inverno é causado pelas nuvens, que não deixam passar o calor do sol, e pelo maior afastamento do Sol. Já viram horas de desenhos animados e jogaram horas de jogos onde aparecem planetas e “sóis”... em suma, trazem um corpo de conhecimentos sobre astronomia invejável... e maioritariamente errado.Com quem aprenderam? Com todos nós! Não foram eles que inventaram o nascer do Sol. Paulo Simões, in O HOMEM QUE VIA PASSAR ESTRELAS.

Uma belíssima ideia para trabalhar com os alunos em Língua Portuguesa, E.V.T., Expressão Dramática, Área de Projecto, Ciências Físico-Químicas, História… O desafio está lançado
!