Mostrar mensagens com a etiqueta Derivas de Fevereiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Derivas de Fevereiro. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, julho 12, 2017

Últimas apresentações da Deriva Editores: a foto reportagem

Regina Guimarães, autora de Desobedecer às Indústria Culturais, edições Deriva/Cultra, e Pedro Rodrigues, do Teatro da Cerca de S. Bernardo, Coimbra, debatem sobre o papel da cultura em Portugal

Casa cheia no Teatro da Cerca, em Coimbra. Debate interessante que se gerou entre gente que intervém cultural e socialmente na cidade. No fim, o debate sobre «Portugalito» um filme da autora

No Porto, na Cidade+, ponto de passagem alternativo a mesa constituída por Frederico Brandão, biólogo cujo trabalho se centra na Amazónia e organizador do projeto com Maria Helena Marques, antropóloga, autora de Guardar as Sementes, editado pela Deriva e Le Monde Diplomatique/Coop. Outro Modo

Houve debate e preocupações ambientais expostos pelos assistentes

Maria Helena Marques apresenta o seu livro, Guardar Sementes, no Gato Vadio, no Porto

Maria Helena Marques e António Alves da Silva, junto com Bruno Monteiro do Le Monde Diplomatique, falam sobre as preocupações ambientais que levam à preservação das sementes tradicionais e as formas de luta contra as multinacionais que as querem patentear. 

sábado, março 07, 2009

Derivas de Fevereiro: foi bom um encontro assim

A mesa inicial: Isabel Sousa, Ana Maria Pinto e Paula Cruz


A última mesa: Américo Lindeza Diogo, Pedro Eiras, José António Gomes e Rui Pereira

Talvez ainda seja cedo para qualquer balanço e, além disso, não tenho grande jeito para o fazer. As intervenções foram unanimemente consideradas muito boas e, algumas delas, mesmo brilhantes, o que para nós é sempre um motivo de orgulho.
O objectivo inicial foi atingido: criar um espaço informal de debate que levasse os participantes a pensar como superar o divórcio óbvio das expressões artísticas na escola, longe da sua tensão interna e desorganização. Nesse aspecto em particular, as pessoas gostaram de lá ir, de participar, de reparar que ainda há possibilidade de mudar radicalmente esta escola em profunda crise.
Em breve editaremos as intervenções, aqui, no Deriva das Palavras.
Até para o ano.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Derivas de Fevereiro, 27 e 28 de Fevereiro no Auditório da Almeida Garrett no Porto. O programa

Desde há muito, senão desde sempre, a Escola resiste às novas expressões artísticas, venerando e valorizando um cânone, enquanto que, paradoxalmente, remete os clássicos para o ostracismo. Da modernidade, a escola filtra apenas o que lhe interessa criando unicamente o homo-automatus capaz, com dificuldade, de escrever um contrato, um requerimento ou um verbete. Os media cumprem o seu papel normalizador e reduzem a Escola a um mapa de fait-divers. A poesia, as expressões plásticas, a música, o teatro tornaram-se corpos estranhos à Escola. Coisas meramente decorativas e ao serviço de actividades de circunstância. Falta-lhe, à escola, fôlego e coerência, irreverência e criatividade. Contra o carácter redutor dos programas, propõe-se, agora mais que nunca, uma acção que vise a criação e uma deriva de liberdade que tenha em conta as capacidades e interesses humanos na Escola. Cidadãos autómatos ou autónomos? A literatura deve ou não fazer-se na escola? As bibliotecas escolares são um depósito de livros, professores e outros computadores? Os media como instância de socialização a par da Escola ou contra a Escola? Há lugar para novos criadores?


Sexta-feira, 27 de Fevereiro
9:45 – Entrega de documentação
10:00 – Abertura
10:30 – José António Gomes - Os Clássicos não são coisa do passado
11:00 – Paula CruzO desalinho na poesia que se dá a ler: o lugar dos poetas do séc. XX/XXI na escola
11:30 – Isabel SousaBibliotecas Públicas e a Língua Portuguesa - Para quê?
Debate
12:30 – Intervalo para almoço
14:30 – Luísa PortalTeatro Nacional de São João: 12 anos de experiência(s) com a(s) escola(s)
15:00 – António Tavares LopesFormas e formatações da expressão individual na Web
15:30 – Suzana RalhaMúsica, Poesia e Escola

16:00 – Emílio RemelheEntre o Modelo e o Novelo. A Escola como palimpsesto
Debate


Sábado, 28 de Fevereiro
10:30 – Rui Pereira(N)a Escola face aos Media
11:00 – Pedro EirasPara que serve a Literatura?
11:30 – Américo Lindeza DiogoConfiguração Arte-Escola-Humanismo. Relações entre Literacia e Arte. Usos da Literatura. Artes e Media
Debate
12:00 – Encerramento
12:30 – Distribuição dos Certificados de Presença

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Derivas de Fevereiro - inscrições abertas

Já nos encontramos a aceitar inscrições. Vamos fazer destas derivas uma operação higiénica contra a dita avaliação - ou seja, nem vamos falar dela... mas por que não falarmos de programas, de criatividade e de motivação para o ensino?
Vamos conversar todos, na Almeida Garrett e a 27 e 28 de Fev., com José António Gomes, Paula Cruz, Isabel Sousa, Luísa Portal, António Tavares Lopes, Emílio Remelhe, Rui Pereira, Suzana Ralha, Pedro Eiras e Américo Lindeza Diogo.

terça-feira, dezembro 23, 2008

Derivas de Fevereiro - Ciclo «Escola: Há Lugar para Novos Criadores?». 27/28 de Fevereiro, Biblioteca Almeida Garrett, Porto


Arte Cavernícola com Mínima Imagem
Desde há muito, senão desde sempre, a Escola resiste às novas expressões artísticas, venerando e valorizando um cânone, enquanto que, paradoxalmente, remete os clássicos para o ostracismo. Da modernidade, a escola filtra apenas o que lhe interessa criando unicamente o homo-automatus capaz, com dificuldade, de escrever um contrato, um requerimento ou um verbete. Os media cumprem o seu papel normalizador e reduzem a Escola a um mapa de fait-divers. A poesia, as expressões plásticas, a música, o teatro tornaram-se corpos estranhos à Escola. Coisas meramente decorativas e ao serviço de actividades de circunstância. Falta-lhe, à escola, fôlego e coerência, irreverência e criatividade. Contra o carácter redutor dos programas, propõe-se, agora mais que nunca, uma acção que vise a criação e uma deriva de liberdade que tenha em conta as capacidades e interesses humanos na Escola.
Cidadãos autómatos ou autónomos? A literatura deve ou não fazer-se na escola? E o seu panóptico é a urgência de um hospital de loucos? As bibliotecas escolares são um depósito de livros, professores e outros computadores? Os media como instância de socialização a par da Escola ou contra a Escola? Quem nos salva quanto tudo arde?
Há lugar para os novos criadores?

Sexta-feira, 27 de Fevereiro

9:45 – Entrega de documentação
10:00 – Abertura
10:30 – José António Gomes - Os Clássicos não são coisa do passado
11:00 – Paula CruzO desalinho na poesia que se dá a ler: o lugar dos poetas do séc. XX/XXI na escola
11:30 – Isabel SousaBibliotecas Públicas e a Língua Portuguesa - Para quê?
12:00 - Debate
12:30 – Almoço
14:30 – António Tavares LopesFormas e formatações da expressão individual na Web
15:30 – Suzana RalhaMúsica, Poesia e Escola
16:00 – Emílio RemelheEntre o Modelo e o Novelo. A Escola como palimpsesto
Debate

Sábado, 28 de Fevereiro

10:30 – Rui Pereira(N)a Escola face aos Media
11:00 – Pedro EirasPara que serve a Literatura?
11:30 – Américo Lindeza DiogoConfiguração Arte-Escola-Humanismo. Relações entre Literacia e Arte. Usos da Literatura. Artes e Media.
11:30 – Debate
12:00 – Encerramento
12:30 – Distribuição dos Certificados de Presença

Inscrições e informações para deriva@derivaeditores.pt