Quetzal, 2026. Tradução de Margarida Amado Acosta.
Já não basta a edição ser grafada com o malfadado e inútil desacordo ortográfico de 1990, mas prefaciar o maravilhoso «Lazarillo de Tormes» com alguém que o critica, ainda por cima pelas piores razões, já é um bocadinho demais. O culpado é o grande mamífero Francisco José Viegas e o prefaciador, autor espanhol falecido em 1960, Gregorio Marañón y Posadillo!
