Estão confirmadas, nos 18º Encontros Luso Galaico Franceses do Livro Infantil e Juvenil, as presenças de Ramón Caride (Perigo Vegetal, Ameaça na Antártida e Futuro Roubado), Álvaro Magalhães e Vergílio Alberto Vieira. Vão realizar-se nos dias 6 e 7 de dezembro na ESE do Porto. Vamos continuar a dar-vos notícias.
segunda-feira, novembro 19, 2012
18º Encontros Luso Galaico Franceses do Livro Infantil e Juvenil
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Ramón Caride
sexta-feira, novembro 16, 2012
Hobbby e Dandy, da arte na sua relação com a sociedade, de Jean Claude-Pinson
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| Allan Kaprow | How To Make A Happening | 1966 |
in Hobbby e Dandy, da arte na sua relação com a sociedade, de Jean Claude-Pinson (trad. e nota de leitura de Ana Paula Coutinho), col. Pulsar, Deriva.Apelar a essa terceira lógica é também, e ao mesmo tempo, abandonar a conceção «aristocrática» (tradicional) da arte para dar direito a uma outra abordagem, a um outro modelo, o modelo «democrático», de que Tocqueville traça os contornos no seu famoso De la démocratie en Amérique. Nos «séculos democráticos», isto é, nas sociedades modernas em que as condições e os hábitos tendem a igualizar-se e em que a paixão da igualdade se torna a paixão dominante (e com ela o individualismo), a arte conhece uma mudança quantitativa notória. «o número daqueles que cultivam as ciências, as letras e as artes, escreve Tocqueville, torna-se enorme» e as «obras tornam-se inumeráveis», mesmo se são «muitas vezes imperfeitas». Em última análise, cada um aspira ao estatuto invejável de artista (e procura a obtenção do «quarto de hora de fama» a que julga ter direito como qualquer outro). Mas esta mudança quantitativa faz-se acompanhar, no século XX, de uma mudança qualitativa e mesmo de uma redefinição radical da arte. Trata-se de uma mudança que atinge as condições tanto da produção da obra como da sua receção, e que vem alterar as definições de artista e de obra até então aceites. De um modo mais geral, tende a diluir se não mesmo a apagar as fronteiras entre a arte e a não-arte, fronteiras essas que se tornaram cada vez mais incertas. Mais ainda: existe toda uma corrente na criação contemporânea que se dedica a desenvolver formas de arte diretamente ligadas à vida quotidiana. É o que faz, desde os anos 50, o artista americano Allan Kaprow: através da forma do happening, propõe uma experiência de arte que, antes de mais, consiste em inventar dispositivos e enquadramentos, onde o sentido de certas experiências da vida quotidiana é subitamente intensificado e questionado por via do happening (por exemplo, uma colisão entre dois veículos). Nesta ótica, a «obra» já não pode ser considerada como algo fechado sobre si mesmo, um mónada, um objeto acabado. Ela é indissociável do contexto e consiste na própria experiência; não é mais senão o processo em ato (apraxis), a «performance». Na arte de hoje, isso corresponde a diferentes corren¬tes, nomeadamente àquela, multiforme, da arte relacional ou contextual. Paul Ardenne define-a como uma arte «onde a obra significa inserção no tecido do mundo concreto» e onde o artista «escolhe investir a realidade de uma forma de evento». Assim, longe de voltar as costas à sociedade, o artista imerge nela, ainda que essa intervenção esteja marcada por uma ambivalência intrínseca. Com efeito, graças a essa implicação, o artista aceita entrar no jogo da sociedade, o jogo da associação. Mas, por outro lado, ele também está a apelar à dissociação, na medida em que a sua intervenção se reveste muitas vezes de um sentido crítico.
quarta-feira, novembro 14, 2012
Apresentação de A Vida depois do Capitalismo de Michael Albert. 16/nov. na BOESG, Lisboa
Espaço Musas promove 1º Encontro Manuel António Pina
domingo, novembro 11, 2012
Este mês: pode encontrar nas livrarias O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão
Com prefácio muito a propósito do astrónomo Máximo Ferreira e um guia de atividades de Astronomia na escola, Luís Mourão apresenta-nos um teatro hilariante e pedagógico facilmente montável nas turmas do Básico e Secundário. Proposto pelo PNL ainda o pode encontrar nas principais livrarias.
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O Homem que Via Passar as Estrelas
Este mês pode encontrar nas livrarias mais dois livros do ILC/Deriva Editores sobre Coleridge e Pinson
Mais dois livros da parceria Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da FLUP e da Deriva Editores: na coleção Cassiopeia temos a Biographia Literaria de Samuel Taylor Coleridge com seleção, introdução, tradução e notas de Jorge Bastos da Silva e, na coleção Pulsar, um novo livro de Jean-Claude Pinson, Hobby e Dandy, Da Arte na sua Relação com a Sociedade. Procure-os nas livrarias.
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Este mês pode encontrar Observações Sobre 'O Ramo Dourado' de Frazer, de Wittgenstein
Da coleção de Sociologia da Deriva saiu Observações sobre 'O Ramo Dourado' de Frazer, de Ludwig Wittgenstein, uma obra incontornável sobre a visão científica da moderna antropologia. Ainda pode encontrá-lo em algumas livrarias de referência. Sobre a apresentação de novos livros desta coleção iremos informar-vos em breve.
Este mês ainda pode encontrar Vale Formoso de Filipa Leal
Ramón Caride Ogando nos 18º Encontros Luso Galaico Franceses de Literatura Infanto Juvenil. A 6 e 7 de dezembro
Ramón Caride Ogando vai estar presente nos próximos Encontros Luso Galaico Franceses de Literatura Infanto Juvenil, a sua 18ª edição a 6 e 7 de dezembro de 2012, com a apresentação de Ameaça na Antártida e Futuro Roubado que continuam as aventuras dos irmãos Said e Sheila que acompanhámos em Perigo Vegetal.
Ramón Caride vai ser acompanhado, em workshop ou em sessão aberta, por Paula Cruz que traduziu as duas últimas obras e que irá apresentar as possibilidades de exploração pedagógica à disciplina de Português. Outros professores convidados participarão nesta sessão.
Este Mês: Perigo Vegetal, Ameaça na Antártida e Futuro Roubado
Esta semana já pode procurar nas livrarias a 2ª edição de Perigo Vegetal e a continuação da saga de Sheila e Said com Ameaça na Antártida e Futuro Roubado.
sábado, novembro 10, 2012
Ensaios de Teatro: a Deriva apoia
sexta-feira, novembro 09, 2012
Hobby e Dandy, da Arte na sua Relação com a Sociedade, de Jean-Claude Pinson
Saiu hoje da tipografia mais um livrinho da coleção Pulsar do ILC da FLUP/Deriva de Jean-Claude Pinson, um estudo interessantíssimo e atual. Com tradução e nota de leitura de Ana Paula Coutinho. Daremos mais notícias em breve.
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Samuel Taylor Coleridge, Biographia Literaria
Da coleção Cassiopeia do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da FLUP em associação com a Deriva Editores e com seleção, introdução, tradução e notas de Jorge Bastos da Silva saiu hoje da tipografia, pronto a preencher as estantes das livrarias. Daremos notícias em breve.
quarta-feira, novembro 07, 2012
A Formação da Mentalidade Submissa, de Vicente Romano
O próximo Bairro dos Livros no Porto. 10 de novembro
Programação da Gato Vadio
Quinta, 08 de Novembro,
Aberto das 19:00
as 24:00h
Musica na tela
(Vj Mutante)
Sexta, 09 de Novembro,
Aberto
das 19:00 as 24:00h
Filme: 22:00 H
"The night of the iguana" 1964
John Houston (Tenneesse Williams)
Sábado, 10 de Novembro,
John Houston (Tenneesse Williams)
Sábado, 10 de Novembro,
Aberto das 17:00 as 24:00
h
Leituras: 17:00
H
Segundo ciclo de leituras do Gato Vadío
Segundo ciclo de leituras do Gato Vadío
A. Dasilva O. e Rui Amaral lêem
textos de Karl Kraus
Lançamento: 21:30
H
Lançamento do Curso Livre sobre Círculo Rimbaldiano:
Lançamento no Gato Vadio com apresentação da plataforma Moodle do Sapato43 e projecção de um filme sobre o Poeta.
Lançamento do Curso Livre sobre Círculo Rimbaldiano:
Lançamento no Gato Vadio com apresentação da plataforma Moodle do Sapato43 e projecção de um filme sobre o Poeta.
Quinta, 08 de Novembro,
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segunda-feira, novembro 05, 2012
John Zerzan escreveu para a edição portuguesa de Futuro Primitivo
«Desde que o Futuro Primitivo surgiu, o som crescente da vida moderna tornou-se pior do que alguma vez poderíamos imaginar. Uma metamorfose crescente, que transformou não só a textura do estilo de vida, mas também todo um sentir das coisas. Num passado não muito distante, isso era ainda uma modificação parcial: agora a 'Máquina' arremete contra nós, penetrando cada vez mais no quotidiano das nossas vidas sem hipótese de fuga à sua lógica.
A única continuidade estável tem sido a do corpo, e este tornou-se vulnerável de uma forma sem precedentes. Agora, de acordo com Furedi (1997), fazemos parte de uma cultura de alta ansiedade que confina de um estado declarado de pânico. O discurso pós-moderno suprime as marcas do sofrimento, sendo uma faceta da sua acomodação à inevitável e sistémica desolação que se aproxima. A proeminência de doenças crónicas degenerativas estabelece um paralelo arrepiante com a erosão permanente de tudo aquilo que é saudável e pleno de vida numa cultura industrial. Assim, sendo possível ainda retardar a doença, afigura-se contudo impossível a sua erradicação total, dado que não se reconhece a raiz do problema.
Por muito que suspiremos pela comunidade, tudo está morto. (...)»
John Zerzan, Prefácio para a edição portuguesa de Futuro Primitivo, 2007
terça-feira, outubro 30, 2012
As Invasões Francesas na Deriva
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Montar uma peça de teatro na escola
O Homem que Via Passar as Estrelas, de Luís Mourão, é uma peça de teatro já várias vezes apresentada no Teatro da Trindade em Lisboa, entre outros palcos. Alia o humor à pedagogia. A História às Ciências Naturais, a Matemática à Física; para além da Língua Portuguesa e da Geografia, mostra-nos uma série de possibilidades que se podem concretizar no espaço da turma ou da escola. Dentro, um prefácio de Máximo Ferreira e um guia de exploração pedagógica de Paulo Simões. Para a montagem do espetáculo, sugestões oportunas de figurinos dos atores e atrizes. Proposto pelo Plano Nacional de Leitura.
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quinta-feira, outubro 25, 2012
Ramón Caride em breve no Porto numa workshop para professores
Em breve, Ramón Caride deslocar-se-á ao Porto onde realizará uma workshop para a exploração pedagógica, a várias disciplinas e para professores, desta série de três livros das Aventuras de Sheila e Said: Perigo Vegetal, Ameaça na Antártida e O Futuro Roubado.
Daremos mais notícias muito em breve.
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Encontro/Apresentação da coleção de sociologia A Ordem das Coisas
Em breve, pensamos que para meados de novembro, haverá um encontro de amigos e colaboradores da coleção de sociologia da Deriva, A Ordem das Coisas, para, em conjunto com jornalistas e divulgadores convidados, fazer-se um balanço dos livros já editados e apresentação de As Crónicas Peugeot, Solidariedade e Respeito no Local de Trabalho, de Michel Pialoux e Christian Corouge e Para Uma Filosofia do Acto de Mikhail Batkhin. O impulsionador da coleção é Bruno Monteiro.
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Novidades Deriva 2013
Depois de, no final de 2012, se ter editado a sequência das aventuras de Sheila e Said iniciada com a 2ª edição de Perigo Vegetal de Ramón Caride e ilustrado por Miguelanxo Prado, com a Ameaça na Antártida e O Futuro Roubado, mais a peça de teatro juvenil de Luís Mourão, O Homem Que Via Passar as Estrelas e a poesia de Filipa Leal, com Vale Formoso, 2013 chegará com nomes que vão deixar a sua marca no catálogo da Deriva: Henrique Manuel Bento Fialho, José Ricardo Nunes, Aurelino Costa, José António Gomes, Catarina Costa e Hugo Neto. Junta-se Thomas Wynn e F.L. Coolidge com Pensar Como Um Neandertal (título ainda provisório) e o bibliófilo do século XVIII, Gaetano Volpi, com Do Prazer de Ter Livros. Não é, ainda, tudo: contamos com Robert L. Stenvenson, Carlo Ginzburgo, Anselm Kiefer, Olivier Py, Jean-Claude Pinson, Jacqueline Bardolph, Samuel T. Coleridge, das coleções Pulsar e Cassiopeia do ILC/Deriva e, na sociologia, Mikhail Backhtin, Michel Pialoux e Christhian Corouge. Vamos dando notícias.
Pensar Como um Neandertal, da Oxford University Press, ganho pela Deriva
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terça-feira, outubro 23, 2012
Um Punhado de Terra, de Pedro Eiras pela Art'Imagem. De 25 a 27, pelas 21:30 na Associação La Marmita, em Gaia
Os jornais avisam: o Teatro Art'Imagem estreia Um Punhado de Terra, de Pedro Eiras, dia 25 a 27, quinta feira até sábado, na associação La Marmita, em Gaia, pelas 21:30. A encenação é de José Leitão e a interpretação de Flávio Hamilton. O livro foi editado pela Deriva.
segunda-feira, outubro 22, 2012
Filipa Leal na Pensão Amor. Apresentação de Vale Formoso em Lisboa
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| António Mega Ferreira comenta Vale Formoso |
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| Pedro Lamares e Filipa Leal declamam o poema |
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| Pouco antes de iniciar-se a apresentação. Sala cheia. |
Com a Pensão Amor literalmente cheia foi apresentado Vale Formoso em Lisboa. Dia chuvoso, com a solidariedade e amizade a traduzir-se na sala onde falou a Filipa, seguida por António Mega Ferreira que jurou ter estado nesse lugar mágico que dá o nome ao livro. Pedro Lamares e Filipa Leal souberam, depois, prender completamente o público declamando o poema por que todos esperavam. Foi um momento de excelência, provavelmente impossível de repetir. Mas, isso, só os privilegiados que lá estiveram podem testemunhar. Parabéns Filipa!
Manuel António Pina
Vamos sentir uma enorme falta dele. Pela sua poesia, pelos seus pensamentos e comentários no JN. Pelos seus livros para crianças.
quinta-feira, outubro 18, 2012
Contagem Decrescente para Vale Formoso em Lisboa. Pensão Amor, dia 20, sexta, 19h
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| Fotografia de Isaque Ferreira |
Filipa Leal vai apresentar-nos no dia 20, agora em Lisboa, na Pensão Amor, e pelas 19 horas, o excelente Vale Formoso, seu último livro de poesia. Provavelmente o seu melhor, depois de Talvez os Lírios Compreendam, A Cidade Líquida e Outras Texturas, O Problema de ser Norte e A Inexistênia de Eva. Alguns deles já são difíceis de serem comprados e encontram-se esgotados. É possível que não sejam reeditados por vontade da própria autora, tendo o apoio, nesta decisão, da Deriva. Portanto, todas as razões para aparecerem por lá, beberem as palavras da autora, de António Mega Ferreira e do ator Pedro Lamares e adquirirem esta sua obra.
A Pensão Amor é no Cais do Sodré, mais propriamente na Rua do Alecrim, nº19, e foi alvo de recente remodelação tendo-se tornado num espaço importante da movida cultural lisboeta.
quarta-feira, outubro 17, 2012
Contra as multinacionais, Sheila e Said, o melhor da literatura juvenil da Deriva.
São estes os três livros acabados de sair da tipografia: de Ramón Caride, ilustrados por Miguelanxo Prado e traduzidos por Paula Cruz, a 2ª edição revista de Perigo Vegetal (trad. de Dina Almeida), Ameaça na Antártida e O Futuro Roubado. Por esta ordem. O melhor da literatura juvenil, onde um par de irmãos, Sheila e Said, se ocupam da muito benéfica luta contra o capitalismo global, pela conservação ambiental e diversidade humanas. Ao menos, aqui, as multinacionais somam derrotas perante as aventuras solidárias dos nossos dois amigos. Escolhidos pelo Plano Nacional de Leitura, está já combinada uma vinda de Ramón Caride Ogando a Portugal para uma sessão de trabalho com professores sobre a exploração pedagógica às diversas disciplinas. Vamos dando notícias.
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segunda-feira, outubro 15, 2012
Os dois novos livros da Deriva e do Instituto de Literatura Comparada da FLUP
O Homem que Via Passar as Estrelas apresenta-se em Leiria pelo O Nariz
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| Cartaz de O Homem que Via Passar as Estrelas de Luís Mourão Pelo Grupo de Teatro O Nariz de Leiria Autor: Rui Pedro Lourenço |
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