de LUDWIG WITTGENSTEIN
COORDENAÇÃO
BRUNO MONTEIRO
EDIÇÃO, TRADUÇÃO E NOTAS
JOÃO JOSÉ DE ALMEIDA
INTRODUÇÃO E REVISÃO DA TRADUÇÃO
NUNO VENTURINHA
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| Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos, de Pascal Quignard, traduzido por Pedro Eiras, foi editado em parceria com o ILC Margarida Losa e é um estudo fundamental sobre o Teatro |
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| Capa de Gémeo Luís |
Pensando nos dias de hoje, passados oito anos da sua edição portuguesa e depois de serem publicadas ficções deste género literário em várias editoras portuguesas, Tempos de Fuga continua uma obra de grande qualidade e com a densidade psicológica necessária para nos encontrarmos com as personagens envoltas numa trama exemplarmente contada.
Hoje, encontro-me a ler um livro de Rosa Montero, Lágrimas de Chuva (até nem muito bom, por sinal, mas queria conhecer a autora tão falada e tão promovida por aí) baseado numa eventual continuação de Blade Runner, de Ridley Scott, filme que tive o prazer de ver inúmeras vezes e tendo lido igualmente o livro que lhe deu origem. Em Lágrimas de Chuva, também existem, em 2109, seres humanos indigentes que deambulam nas ruas de Madrid com t-shirts/anúncio televisionados e que são muitas vezes alvo de violência social e racista dos novos supremacistas em alta na política. Seria bom que a História não fosse por aí.![]() |
| João Pedro Mésseder, Filipa Leal, Joaquim Castro Caldas, Pedro Eiras, Catarina Nunes de Almeida, Marilar Aleixandre, José Ricardo Nunes, Luís Maffei, Maria Sofia Magalhães |
| O livro com capa de Gémeo Luís |
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| Colagem de Arte Cavernícola |
[...]uns poucos detêm o poder de definir a realidade para a maioria de todos os outros, de dizer-lhes o que se passa, o que é bom e o que é mau, o que se deve ou não fazer e como fazê-lo, etc. Este poder de fixar o programa social de qualquer comunidade é a chave do controlo social. Lorde Nordcliffe, dono de um dos mais poderosos consórcios jornalísticos dos princípios do século XX, explicava-o muito directamente e sem muito gaguejar: "Deus ensinou os homens a ler para que eu possa dizer-lhes quem devem amar, quem devem odiar e o que devem pensar".
O Homem que via passar as estrelas – Luís Mourão
O Conto da Travessa das Musas, o mais recente título, é uma viagem por um tempo antigo - uma história que se passou no Porto há muitos anos.
Uma história de um menino sem tempo para ficar quieto. Uma história que fala de mercearias, de lojas de miudezas, de carrinhos de linhas e fivelas, de José Gomes Ferreira, de um polícia gordo e pachorrento, de carrinhos de madeira e de flocos de neve (os rebuçados...).
Uma história de um tempo em que os meninos brincavam na rua. Uma história que se passa no Porto, no centro do Porto com o João.Uma história que vale bem a pena o desafio de procurar a Travessa das Musas.
«Álbum poético de dimensões reduzidas, Vozes do Alfabeto é mais um exemplo da criatividade associada à exploração das potencialidades da língua portuguesa, das suas grafias e dos seus sons. As letras do alfabeto são o mote para um conjunto de poemas muito divertidos, onde os efeitos sonoros são constantes. Herdeiros das rimas infantis, em particular das lengalengas, dos trava-línguas e de outros géneros e formas da tradição oral, os textos exploram uma dimensão lúdica da literatura ao mesmo tempo que, implicitamente, promovem o desenvolvimento de competências fonológicas, linguísticas e literárias. As ilustrações, muito coloridas, ocupam as páginas ímpares da publicação e partem do texto que acompanham, ligando a letra aos objectos e/ou personagens. Funcionando quase como um jogo, o pequeno álbum revela-se particularmente adequado para os primeiros leitores.»