domingo, fevereiro 28, 2010

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Lançamento de Chega de Fado no Blogtailors


Chega de Fado e Histórias do Barco da Velha lançados, ontem no final da manhã nas Correntes d'Escritas

Póvoa de Varzim, 25.02.2010 - A manhã do segundo dia do Correntes d'Escritas terminou com a apresentação, na Casa da Juventude, de Chega de Fado, de Paulo Kellerman, e Histórias do Barco da Velha, de Pedro Teixeira Neves.
Paulo Kellerman participa no Encontro de Escritores pela primeira vez. Afirma que escolheu uma “estranha forma de literatura: sou contista”, assume. Neste livro “coloco questões. Questiono as minhas certezas e pretendo que o leitor questione as suas”. O autor define esta obra como sendo “um catálogo de possibilidades, de alternativas”. “Escrevo sobre os relacionamentos humanos” e quanto às vinte personagens que Paulo Kellerman criou para este livro “caracterizam as faltas de investimento nas relações, o conformismo, a apatia”, explicou o autor. Nasce, assim, uma radiografia desapaixonada e incisiva do quotidiano, um retrato cru dos gestos e dos silêncios, das banalidades e das frustrações, das esperanças e dos secretismos que atravessam as relações e caracterizam a precariedade e imprevisibilidade dos comportamentos e sentimentos de todos nós. Mas, a certa altura, as personagens têm vontade de gritar “chega desta lamúria, Chega de Fado”.

Pedro Teixeira Neves escreveu e Rute Reimão ilustrou. Histórias do Barco da Velha é um livro infantil onde as personagens vivem situações bizarras. Para o autor, o resultado final é “fantástico. O livro merece esta dignidade. O trabalho da Rute parece que quer sair do papel e a conjugação entre a escrita e a ilustração tornam os livros infantis pequenas obras de arte”. Pedro Teixeira Neves confessou que “se para mim, que sou daltónico e vejo o mundo todo verde, o trabalho da Rute está incrível, imagino para vocês”.
Rute Reimão contou que “adoro sujar as mãos. Apesar de trabalhar com o computador diariamente, pois também sou designer gráfica, recuso-me a fazer ilustrações no computador”. A ilustradora comentou que “o meu ateliê parece um ferro-velho, mas ainda sem o ferro. Estou sempre à procura de botões, de rendas, de novos materiais para os livros”.
(retirado do site da Câmara Municipal da Póvoa do Varzim)

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O Esforço Inédito das Palavras, uma mesa com Paulo Kellerman, Manuel da Silva Ramos e Pablo Ramos, com moderação de Inês Pedrosa

Manuel da Silva Ramos, ontem dia 26, na mesa «O Esforço Inédito das Palavras» moderada por Inês Pedrosa e com Paulo Kellerman ao lado. Uma luz ao fundo do túnel de um mineiro que escolhe as galerias para onde vai. Acompanhava a mesa J.J. Armas Marcelo e Luís Naves.

Manuel da Silva Ramos, ou Alface, em plena prospecção das palavras num labirinto de galerias onde nunca escondeu a sua quadrícula. Paulo Kellerman assiste e Pablo Ramos prospecta o prospectador. Demoraram-se provavelmente um pouco mais na galeria da Imaginação.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Myra de Maria Velho da Costa ganhou o Prémio Correntes d'Escritas 2010

Foi Myra, de Maria Velho da Costa e editado pela Assírio que ganhou o Prémio Correntes d'Escritas deste ano. Nas nossas cadeiras, ao receber a notícia, pensava-se igualmente em Sala Magenta, de Mário de Carvalho, mas o sentimento geral foi de satisfação. Parabéns à autora.

Apresentada a Revista das Correntes dedicada a Agustina


«Escrevo para desiludir com mérito»

Agustina Bessa-Luís

Fotografia do arquivo pessoal da Guimarães Editora

1º dia de Correntes d'Escritas. Encontro com Paulo Kellerman e Pedro Teixeira Neves. João Paulo Sousa no sábado


Foi o primeiríssimo dia das Correntes. Encontrei-me logo de manhã com a Manuela Ribeiro, com a simpatia de sempre. Ao lado de Paulo Kellerman, Manuel da Silva Ramos e Inês Pedrosa com quem vai partilhar a mesa de amanhã, quinta, dia 25, às 17:30h, com o tema «O Esforço Inédito das Palavras», com eles estarão igualmente J.J. Armas Marcelo, Luís Naves e Pablo Ramos. Mas antes, às 12:30, será apresentado às Correntes o último livro do Paulo, editado pela Deriva Chega de Fado. Pedro Teixeira Neves, com quem falámos com grande simpatia, co-apresentará com o Paulo o seu Histórias do Barco da Velha publicado pela Trinta Por Uma Linha.
No sábado, pelas 10:30, João Paulo Sousa dividirá a mesa «Duvido, portanto penso» com Lourenço Pereira Coutinho, Paulo Moreiras, Pedro Pinto, Vítor Burity da Silva e José Mário Silva.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Aqui na Terra celebra a sua 2ª edição em Aljustrel e Évora

Há celebrações assim mesmo. A 2ª edição de Aqui na Terra vai ser ao Sul, o que não é uma estreia, atenção: já estivémos (e bem) na Biblioteca do Alvito.

Ciclo de Conferências CACE Cultural do Porto, dia 20 de Fevereiro*21:30 sobre Teatro e Edição

Com Daniel Jonas, Vera San Payo de Lemos, Pedro Estorninho e António Luís Catarino
(na antiga central eléctrica do Freixo - auditório)

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Para compreender a luta dos bascos ou Dorregarai, a Casa-Torre, de Angel Rekalde

Num momento em que se fala tanto dos bascos e da ETA, por vezes de um modo fácil e sem a necessária distanciação histórica que obriga a uma análise cuidada e independente, será necessário reler Dorregarai, A Casa-Torre de Angel Rekalde que passou perto de vinte anos nas prisões espanholas ao lutar pela independência do País Basco. Luta essa que Portugal admite como um direito inalienável dos povos e inscrito na aparente vontade da UE que reconheceu, por exemplo, o Kosovo e solidarizou-se por Timor.
Angel Rekalde esteve em Portugal, aquando da edição portuguesa de Dorregarai, trazido pela mão de Rui Pereira um jornalista particularmente habilitado para falar do problema basco (ou espanhol?). Com ele, escreveu O Novo Jornalismo Fardado editado pela Campo das Letras, em Portugal. Conheci-o nessa ocasião e senti vivamente, nas conversas que mantive com ele e com o Rui, que a questão basca não pode ser tratada somente como uma questão policial ou com proibições sistemáticas aos partidos independentistas que os impede de ir às urnas. Como nunca se poderá resolver através da tortura, da violência, de raptos, de falsas promessas ou de ameaças. Ao ler este livro, que conta a saga de uma família basca, compreendemos que a esperança de atingir a independência é uma realidade que vem de há muito, provavelmente de tempos imemoriais e que a existência da língua basca demonstra.
Dorregarai na Wook aqui

Joshua Redman na Casa da Música foi ontem

Joshua Redman em saxofones, Aaron Parks no piano, Matt Penman no contrabaixo e Eric Harland na bateria. Juntem-nos todos numa noite memorável na Casa da Música de um jazz surpreendente, como há anos não ouvia. Uma carreira a seguir absolutamente por todos aqueles que não se renderam à música comercial e ao mainstream.
Parece igualmente que a Casa da Música se soube reconciliar com o jazz que obriga a uma intimidade que o espaço por vezes recusa. Talvez pelas luzes sóbrias e quentes, pela disposição dos músicos, tentou-se essa empatia quase conseguida totalmente.
Obrigado ao Miguel e ao Ivo. Eu e a minha filha agradecemos uma noite que não se vai esquecer tão cedo.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

A síntese grega

Se há lugares comuns para serem utilizados certamente de um modo grotesco, esses estarão na facilidade com se fala da Grécia e dos gregos. Neste momento, e particularmente em Portugal, a Grécia é referida a esmo como sendo o parente pobre de quem se tem dó. Nós, os portugueses, sempre olhámos para os gregos com a comiseração de quem está sempre em último e que nos safa diligentemente de uma eventual vergonha em sê-lo. A Grécia inventou a democracia, esse pequeno incómodo para os portugueses que nunca se habituaram totalmente à liberdade, nem sabem como usá-la em toda a sua dimensão. Essa dimensão estará na responsabilidade e na ética que, talvez não por acaso, também é descoberta dos gregos. E a filosofia que escapa por entre os dedos da gente lusa? E a cultura e a arte que nem sequer as tratamos mal, porque não as tratamos, tão-só?
Deixem-se de grandes elocubrações sobre esta tragédia. A melhor resposta sobre a «falência» grega veio de um cidadão entrevistado na rua, em Atenas: «Nós tratámos sempre bem os estrangeiros. Isso é uma característica dos gregos. Sempre os recebemos bem, mas a nossa entrada na Europa foi um desastre! Entraram aqui, impuseram-nos valores estranhos e o euro como moeda, mais as leis europeias. Deixámos pura e simplesmente de viver!»
Querem mais argumentos? Ou não será a síntese uma prática igualmente grega?

Pascal Quignard, Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos já disponível pelo ILC e Deriva

Já está disponível no ILC e na Deriva, antes de ir conhecer o público, a edição de Um Incómodo Técnico em Relação aos Fragmentos, de Pascal Quignard e nº2 da colecção Pulsar, que é uma parceria entre o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da FLUP e a Deriva.
A tradução é de Pedro Eiras.

domingo, fevereiro 07, 2010

Tiago Sousa Garcia escreve sobre Um Punhado de Terra de Pedro Eiras, em Rascunho.Net


O que é terra? – uma das perguntas subjacentes ao texto dramático de Pedro Eiras, Um Punhado de Terra (2009), monólogo sobre a escravatura imperialista portuguesa na época dos descobrimentos. O que se entende por terra? É nascimento, é pátria, é vida, é morte? Ou tudo isto ou nada disto? O que é legítimo fazer em nome da terra, o que é legítimo fazer para conquistar terra?
Um Punhado de Terra é um pequeno monólogo onde um escravo africano conta, em analepse, o caminho que o fez chegar à «terra estrangeira» lusitana. Pela sua boca assistimos à transformação do homem que era uno com a natureza – «era só um com as pedras e fontes» (p. 7) – num destroço «vendid[o] como gado» (p. 24). É talvez esta consciência da desumanização que mais ataca o leitor: quando se lê «Era um homem» (p. 7), não como quem diz que antes se foi um homem diferente, mas dizendo que se foi um homem e que, neste momento, se é outra coisa qualquer, despido da humanidade, sem hipótese de retorno. Esta asserção simples, quase inocente, logo no início da peça, coloca o leitor perante o tom trágico que a vai percorrer até ao fim. Estamos frente a um homem a quem lhe foi roubada a terra, um escravo, um não-homem.

Quando os conquistadores portugueses invadem o mundo que lhes era desconhecido, conta-nos o escravo, assiste-se a um ataque mortal à própria terra – «Olhei a praia/ cheia de sangue ondas do mar misturadas com sangue/ espuma das ondas com feridas de sangue» (p. 11) – que era uma só com os homens dizimados num primitivo holocausto – «e nunca os tínhamos visto nunca lhes tínhamos feito mal». A subjectivação do adjectivo selvagem torna-se clara na expressão do escravo: para este selvagem domesticado – assim o entendiam os conquistadores – eram os recém-chegados que «tão feios/ Traziam nas caras a fúria selvagem» (p. 10). A terra, sempre presente ao longo de todo o texto, fica para sempre manchada de sangue. Os sobreviventes são levados para a pátria, uma outra terra, para serem devidamente desumanizados.

O escravo coxeia quando entra em palco, isso nos diz a primeira das duas únicas didascálias de toda a peça. A outra, no final do texto, dá-nos a última utilização de um punhado de terra e é a resposta à pergunta o que é terra. Colocar um monólogo tão profundamente doloroso quanto este cercado por dois pedaços de texto que lhe são exteriores é também uma escravidão: é uma ordem de prisão que o dramaturgo dá aos futuros encenadores – está tudo na palavra do não-homem escravizado. Todavia, ao mesmo tempo, é a total liberdade para aquele que leva o texto ao palco: não dizer quase nada é o mesmo que permitir quase tudo. A nudez de texto técnico, que mais não é que a nudez de humanidade do escravo, é uma perigosa faca de dois gumes que aponta também para o público leitor – não se sabe da revolta ou aceitação do homem, do desespero ou da esperança, da raiva ou da simples conformidade. Não sabemos, mas imaginamos que o escravo nos olha nos olhos quando leva, lentamente, um punhado de terra à boca, «comendo terra até morrer» (p. 27).

A terra é, talvez, o mais complexo signo deste monólogo e, por isso, o mais interessante. A terra, que vista de longe parece una mas que na mão se descobre composta por milhares de partículas diferentes, que pode ser ferida, morta e tomada como um homem pode, que pode ser desumanizada e escravizada, como um homem pode, que mata como um homem mata. A terra é, afinal, o homem, o povo, e todos os povos.

Escusando o fácil – e aborrecido – tom grandíloquo que grande parte das representações da época dos descobrimentos assume, Pedro Eiras produziu um texto de inegável valor, não só dramático, mas também lírico. Sem recorrer a grandes artifícios de linguagem (que pareceriam estranhos numa personagem que, muitas vezes, por não ser nativo, não mantém a correcção sintáctica) atingem-se, por vezes, imagens de um sublime raro e aterrador: o escravo é capaz de ver «um barco/ maior que montanhas» que «enchia o céu como nuvem de trovões» (p. 9).

Sem dúvida que a escravatura e as conquistas, descritas como aqui o são, tornam-se incómodas, principalmente para aqueles que cresceram a ouvir falar na glória dos descobrimentos e que, a partir dela, construíram uma imagem de orgulho nacional. O que este texto nos recorda é que Portugal, o país que deu novos mundos ao mundo, foi também o país que dizimou e escravizou milhões de homens livres. A literatura não deve nunca ser reconfortante, antes o revólver apontado à cabeça num jogo de roleta russa. Um Punhado de Terra é a faca que corta o tendão e deixa o leitor a coxear, incapaz de fugir do passado sangrento dos heróis do mar.

Tiago Sousa Garcia, Fevereiro de 2010 Rascunho.Net

sábado, fevereiro 06, 2010

Salvar Inês? Pedro Eiras apresenta dia 11/2, no Café Progresso e com a Poetria, o seu plano


No próximo dia 11, no Café Progresso, pelas 21,30, Pedro e Inês rondarão as nossas vidas e as nossas mortes sob o signo da ironia e da dor como comédia sublime revisitando os nossos quotidianos, mesquinhos, sonhados e tantas vezes violentos.
Pedro e Inês - 11 emendas e 1 estória. Emendas para salvar Inês - Inès, Agnes, Inese, Ineschka? Mas em boa verdade: acaso se pode emendar seja o que for? Ou apenas ler um anúncio de jornal, ouvir uma mensagem de despedida, desconfiar da estabilidade das cadeiras?

O problema é o D. Afonso IV que está dentro de nós.

Esta peça de Pedro Eiras é uma comédia sobre a morte (aliás, como todas as outras comédias).
Direcção de Nuno Meireles.
Interpretação de Nuno Meireles e Catarina Barbosa.
Conversa com o autor, moderada por Marinela Freitas.

Livraria Poetria

+ poetriablog.wordpress.com
+ www.twitter.com/livrariapoetria

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Recensão crítica de Ariadne Nunes sobre Jovens Ensaístas Lêem Jovens Poetas, na Românica18


Excelente recensão crítica de Ariadne Nunes na última edição de Românica 18, do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sobre Jovens Ensaístas Lêem Jovens Poetas. Estão lá todos aqueles jovens autores que naquele Outubro de 2007 (já?) debateram vivamente connosco a poesia e a deriva poética. Pedro Eiras foi o culpado. Os cúmplices, citados criteriosamente por Ariadne Nunes, estão lá todos: Marinela Freitas, Mariana Leite, João Paulo Sousa, Catarina Nunes de Almeida, Miguel Ramalhete Gomes, Raquel Ribeiro, Margarida Gil dos Reis, Helena Lopes, Joana Matos Frias, José Ricardo Nunes, Filipa Leal, Andréia Azevedo Soares, Daniel Jonas e muitos outros.
Não vão daqui sem as palavras finais de Ariadne Nunes no referido artigo: «Assim, se na generalidade dos ensaios inseridos no volume permite identificar as linhas mestras da poesia portuguesa contemporânea mais recente, o ensaio final de Daniel Jonas parece uma demonstração das mesmas: se o fragmentário é o que compõem o quotidiano e essa poesia, a defesa da singularidade de cada poema, não sendo possíveis leituras geracionais, exprime exactamente essa realidade. Ou seja, como Pedro Eiras refere, no texto introdutório, ''a leitura da poesia tem de ser inventada, de raiz, de cada vez que se abre um livro'' (p.17), e é essa a grande lição da crítica e da poesia portuguesa da geração de 90»


Luís Quintais escreve sobre Arrastar Tinta, de Pedro Eiras e Nuno Barros, na Relâmpago 24



Na Relâmpago nº24, Luís Quintais escreve sobre Arrastar Tinta de Nuno Barros e Pedro Eiras: «Na sua constante reificação da intencionalidade, estamos perante um livro sobre a indeterminação, sobre a hesitação, sobre a dúvida, em suma, sobre a cegueira do gesto que arrasta a tinta, que pinta, que escreve. Como se dirigir a mente para o mundo (a intenção) se revelasse em permanente confronto com o acaso que parece governar cada traço, cada inscrição que a arte deixa na pele do mundo. Como se a hipótese de clareza procurada nas águas profundas da mente se confrontasse sempre com o escuro, esse escuro que ecoa infinitamente na opacidade da arte: ''Fecha-se a tinta sobre ti como uma porta se fecha. Como se fecha sobre uma parede de cimento e tijolos ou pedra, ou água. Onde estava, agora mesmo a clarabóia, onde estava o poço?'' (p.33).

O Inimigo Público no DN?


«Empresários de Farturas e Pipocas juntam-se à luta dos Carrosséis» é um título do DN de 2 de Fevereiro último e traduz (mais ou menos) o que neste momento se passa em Portugal. Por mim, passo sem as farturas, os carrosséis e as pipocas (então no cinema, dispenso mesmo) e principalmente sem o Salazar perdoado por estes manifestantes mais que irados contra a justiça democrática. Mas o DN não deveria ter mais contenção nos títulos que faz? Ou a linha jornalística do Inimigo Público tem mais seguidores do que pensamos?

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Emílio Remelhe, nomeado para o Prémio Autores 2010

Emílio Remelhe foi um dos três nomeados para o Prémio Autores 2010, na categoria Literatura – Melhor Livro de Literatura Infanto-Juvenil pela obra Azul Blue Bleu. O vencedor será conhecido no próximo dia 8 de Fevereiro, no decorrer da Gala do Prémio Autores SPA/RTP no CCB.

A Invenção da Teatralidade, de Jean-Pierre Sarrazac na revista NS do DN e JN 30/01.